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Educação antirracista e decolonialidade na educação brasileira: memórias e experiências de professoras e professores

    1. [1] Universidade Federal do Rio Grande do Norte

      Universidade Federal do Rio Grande do Norte

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal de Santa Catarina

      Universidade Federal de Santa Catarina

      Brasil

    3. [3] Instituto Federal de Santa Catarina
  • Localización: Aula: Revista de Pedagogía de la Universidad de Salamanca, ISSN 0214-3402, Nº 28, 2022 (Ejemplar dedicado a: Educación y decolonialidad: desafíos y posibilidades), págs. 161-173
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Educación antirracista y decolonialidad en la educación brasileña: recuerdos y experiencias de profesores
    • Anti-racist education and decoloniality in Brazilian education: memories and experiences of female teachers and male teachers
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo dilucida la urgencia de debatir y expandir la educación antirracista en la sociedad brasileña, dada la realidad que hemos vivido desde la colonización, extendiéndose a las colonialidades que abarcan el poder, el conocimiento, el ser y la naturaleza (Quijano, 2005; Lugones, 2014), entendiendo el racismo como piedra angular de la colonialidad (Quijano, 2010; Grosfoguel, 2019). Optar, entonces, por la transformación de una sociedad en el camino de la descolonialidad, a través de una pedagogía proposicional y descolonial (Walsh, 2013), es decir, que hace una denuncia y una publicidad (Freire, 1987), denunciando el racismo que estructura nuestra sociedad y anunciando prácticas de resistencia educativa antirracista, que enfrentan y combaten el racismo individual, institucional y estructural (Almeida, 2018), manteniendo la centralidad de la educación en las relaciones étnico-raciales en la escuela. Basaremos este artículo en las reflexiones desarrolladas en la investigación doctoral de las autoras, ambas defendidas en el Programa de Posgrado en Educación de la Universidad Federal de Santa Catarina (UFSC) en 2020, bajo la guía del autor del artículo. En estos trabajos académicos, nos enfocamos en escuchar las narrativas, voces (Ribeiro, 2017), memorias y vivencias (Benjamin, 2012) de docentes comprometidos con la lucha antirracista y, en consecuencia, en una sociedad democrática, equitativa y fraternal.

    • English

      This article elucidates the urgency of debating and expanding anti-racist education in Brazilian society, given the reality we have experienced since colonization, extending to colonialities that encompass power, knowledge, being and nature (Quijano, 2005; Lugones, 2014), understanding racism as a cornerstone of coloniality (Quijano, 2010; Grosfoguel, 2019). Opting, then, for the transformation of a society on the path of decoloniality, through a propositional and decolonial pedagogy (Walsh, 2013), that is, that makes a denunciation and an advertisement (Freire, 1987), denouncing racism, which structure our society and announcing anti-racist educational resistance practices, which face and combat individual, institutional and structural racism (Almeida, 2018), maintaining the centrality of education in ethnic-racial relations at school. We will base this article on the reflections developed in the authors’ doctoral research, both defended by the Graduate Program in Education at the Federal University of Santa Catarina (UFSC) in 2020, under the guidance of the article’s author. In these academic works, we focus on listening to the narratives, voices (Ribeiro, 2017), memories and experiences (Benjamin, 2012) of teachers committed to the anti-racist struggle and, consequently, in a democratic, equitable and fraternal society.

    • português

      Este artigo elucida a urgência em se debater e ampliar a educação antirracista na sociedade brasileira, tendo em vista a realidade que experienciamos desde acolonização, se estendendo para as colonialidades que abrangem o poder, o saber, o ser e a natureza (Quijano, 2005; Lugones, 2014), compreendendo o racismo como pedra angular da colonialidade (Quijano, 2010; Grosfoguel, 2019). Optando, então, pela transformação de uma sociedade no caminho da decolonialidade, por meio de uma pedagogia propositiva e decolonial (Walsh, 2013), ou seja, que faz uma denúncia e um anúncio (Freire, 1987), denunciando o racismo, que estrutura nossa sociedade e anunciando práticas de resistências educacionais antirracistas, que enfrentam e combatem o racismo individual, institucional e estrutural (Almeida, 2018), mantendo a centralidade da educação das relações étnico-raciais na escola. Tomaremos como base para esta construção do artigo as reflexões desenvolvidas nas pesquisas de doutoramento das autoras, ambas defendidas pelo Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) no ano de 2020, sob orientação do autor do artigo. Nestes trabalhos acadêmicos privilegiamos a escuta das narrativas, vozes (Ribeiro, 2017), memórias e experiências (Benjamin, 2012) de professoras/es comprometidas/os com a luta antirracista e, por consequente, em uma sociedade democrática, equânime e fraterna.


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