La estructura de este ensayo es de tres apartados. El primero de ellos hace referencia al tejido histórico que ha refinado las nuevas “tecnologías correctoras del individuo”; el segundo concibe una perspectiva crítica de la escuela al compararla con una fábrica que genera estudiantes dóciles y de moralidades manipulables; y el tercero ejemplifica cómo, aun en el aula extendida, los dispositivos de sujeción y subjetivación de estas tecnologías correctoras del estudiante no solo se siguieron manifestando, sino que al imbricarse con la autoridad del contexto familiar, pareciera que se acrecentaron. Asimismo, todos los apartados se sustentan en el sentido de algunas percepciones de estudiantes y docentes críticos sobre lo que fue (y es aún) ejercer su práctica profesional y vivir los procesos formativos desde la estrategia “Aprende en Casa”, además de la sensación, quizás compartida, de haber perdido el espacio esencial para el logro de los aprendizajes: la escuela y sus aulas.
A estruturação deste ensaio é de três seções. A primeira faz referência a onda histórica que tem aprimorado as novas “tecnologias corretivas do indivíduo". A segunda seção apresenta uma perspectiva crítica da escola ao comparar-se com uma fábrica que gera alunos dóceis, de moralidades manipuláveis. A terceira seção exemplifica, ainda na aula estendida, os modos a partir dos quais, os dispositivos de sujeição e subjetivação dessas tecnologias corretivas do aluno, não apenas se manifestam como também parecem ter se incrementado ao juntar-se com a autoridade do contexto familiar. Além disso, todas as seções são sustentadas a partir de algumas percepções dos alunos e professores críticos do que foi (e ainda é) exercer sua prática profissional e viver os processos de treinamento da estratégia “Aprenda en Casa”, também se percebe a sensação, talvez compartilhada, de ter perdido o espaço essencial para a conquista da aprendizagem: a escola e suas salas de aula.
The structure of this essay consists of three sections. The first section refers to the historic weaving that has refined the new corrective technologies of the individual. The second section conceives a critical perspective of the school by comparing it with an industry that produces tame students with manipulable moralities. The third section exemplifies how, even in the extended classroom, the restraint and subjectivation devices of these corrective technologies of the student not only continued to manifest but when imbricated with authority in the family context, seem to increase. In addition, all the sections have been sustained in the sense of some critical student and teachers’ perspectives of what was (and still is), exercising their professional practice living those formative processes from the Aprende en Casa strategy. Furthermore, the sensation, maybe shared, of having lost the essential space for learning accomplishments: school and its classrooms.
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