Analisamos o movimento reflexivo de um grupo de professoras da Educação Infantil em um ambiente de trabalho colaborativo. Para tanto, buscamos dialogar com dados produzidos com base em narrativas escritas decorrentes de relatos de experiências sobre vivências que envolvem o conhecimento matemático desenvolvido com crianças de 4 a 5 anos e 11 meses (pré-escola). O referencial teórico discute a necessidade de constituir um currículo para a infância em que jogos, brincadeiras e a resolução de problemas não-convencionais sejam repertório de problematização da prática das professoras. O estudo é de cunho qualitativo, de natureza descritivo-analítica, em que se explora os sentidos atribuídos à experiência da professora em um processo de autonomia profissional. É possível concluir que a escrita de si oportunizou o reconhecimento da necessidade de transgredir o currículo pelo "olhar matemático" da criança pequena.
We analyzed the reflective movement of a group of Childhood Education teacher´s in a collaborative work environment. Therefore, we seek to dialogue with data produced based on written narratives resulting from reports of experiences regarding experiences that involve mathematical knowledge developed with children aged 4 to 5 years and 11 months (pre-school). The theoretical framework discusses the need to create a curriculum for the childhood in wherein games, games and the resolution of unconventional problems are a repertoire of problematization of the teacher’s practice. The study is qualitative, descriptive-analytical nature, exploring the meanings attributed to the teacher's experience in a process of professional autonomy. It is possible to conclude that the writing itself gave opportunity to the recognition of the need to transgress the curriculum through the "mathematical look" of the small child.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados