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“Medo da estigmatização?” – a universidade, os processos formativos e a problematização das homossexualidades

    1. [1] Universitat de Barcelona

      Universitat de Barcelona

      Barcelona, España

    2. [2] Universidade Federal de São Carlos

      Universidade Federal de São Carlos

      Brasil

    3. [3] Universidade Federal de Juiz de Fora

      Universidade Federal de Juiz de Fora

      Brasil

  • Localización: Travessias, ISSN-e 1982-5935, Vol. 11, Nº. 1, 2017, págs. 143-156
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • “Fear of stigmatization?” – the university, the formative processes and the problematization of homosexualities
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      A partir de duas falas organizadas pelas inquietações de uma formação em gênero e sexualidade no PIBID de Geografia na UFJF, nos debruçamos nas condições de emergência e análise das práticas cotidianas – como algo se torna um problema e ingressa no domínio do pensamento? Colocar sob suspeita o que pensamos e como agimos se insere na perspectiva foucaultiana de problematização – uma nova diretriz para a pesquisa educacional – a ideia de que para uma ação, comportamento ou prática ingressar no campo do pensamento é necessário que alguns fatores os tenha tornado incertos, os tenha feito perder sua familiaridade ou provocado um certo número de dificuldades. Para isso vamos tomar dois pontos como foco: primeiro, que a dinâmica dos gêneros e das sexualidades são sempre construídas e resultados de investimentos (estão nos discursos, nos artefatos, nos símbolos, nas ações, etc.) e, em seguida, que elas dizem de uma relação com o saber, com aquilo que é possível conhecer numa determinada época.

    • English

      Based on two statements organized by the concerns of a formation in gender and sexuality in the PIBID of Geography at UFJF, we focus on the conditions of emergency and analysis of everyday practices - how does something become a problem and enters the domain of thought? To put under suspicion what we think and how we act is inserted in Foucault's perspective of problematization - a new guideline for educational research - the idea that for an action, behavior or practice to enter the field of thought it is necessary that some factors have made them uncertain, for them to lose their familiarity or to have caused a number of difficulties. In order to do so, let us focus on two points: first, that the dynamics of gender and sexuality are always constructed and the result of investments (they are in speeches, artifacts, symbols, actions, etc.) and second, that they speak of a relationship with knowledge, with what is possible to know at a given time.


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