As a science teacher educator, manifestos are usually something I have students write. Manifestos are bold forms of expression that help earnest people formulate a focussed or principled stance on important issues. This special issue has provided an opportunity to write a short manifesto of my own; and it is good practice to do the things you want your students to do. In times of increasing environmental and social precarity, science and science education can no longer deny the moral and ethical imperative to be relevant to the survival of both human and nonhuman life. What follows is a manifesto that addresses some of what science education needs to grapple with in times of right-wing populism, pandemic, pollution, and political need. It’s not intended to be a platform, because science education needs many manifestos of desire and intent. The best this manifesto can do is encourage teachers and students to write more inspiring ones. The language of manifestos is highly variable, but generally it take things like declaration and affect more seriously, and leaves the important tasks of elaboration and consensus for another day. This manifesto has been organized into eight parts that together maintain that science, education, environment, and politics are necessarily entangled, such that the time where one could pretend that the sciences are separate from, and/or superior to, everything else has passed. Second, that boundaries separating things like disciplines, different species, and different ways of knowing the world are proving to be more arbitrary and less useful than ever. Manifestos, which are unabashedly political and morally invested, are just one of a multitude of unorthodox transdisciplinary manifestations coming to science educational communities everywhere!
Como educador de professores de ciências, manifestos geralmente são algo que peço aos alunos que escrevam. Manifestos são formas ousadas de expressão que ajudam as pessoas sérias a formular posicionamentos, centrados ou baseados em princípios, sobre questões importantes. Esta edição especial ofereceu-me a oportunidade de escrever meu próprio manifesto; é uma boa prática fazer as coisas que você deseja que seus alunos façam. Em tempos de crescente precariedade ambiental e social, a ciência e a educação científica não podem mais negar o imperativo moral e ético de serem relevantes para a sobrevivência da vida humana e não humana. O que se segue é um manifesto que aborda parte do que a educação científica precisa enfrentar em tempos de populismo de direita, pandemia, poluição e dificuldades políticas. Não se destina a ser uma plataforma, porque a educação científica precisa de muitos manifestos de desejo e intenções. O melhor que este manifesto pode fazer é encorajar professores e alunos a escreverem outros mais inspiradores. A linguagem dos manifestos é altamente variável, mas geralmente levam coisas como declarações e afetos mais a sério e deixam as importantes tarefas de elaboração e consenso para outro dia. Este manifesto foi organizado em oito partes que, juntas, sustentam que ciência, educação, meio ambiente e política estão necessariamente emaranhados, de modo que é passado o tempo em que se poderia fingir que as ciências são separadas e / ou superiores a todo o restante. Em segundo lugar, defende-se que as fronteiras que separam coisas como disciplinas, espécies diferentes e maneiras diferentes de conhecer o mundo estão se revelando mais arbitrárias e menos úteis do que nunca. Manifestos, que são descaradamente políticos e moralmente investidos, são apenas um de uma multidão de manifestações transdisciplinares heterodoxas que chegam às comunidades educacionais de ciência em todos os lugares!
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