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A distopia enquanto linguagem: Entrevista com Anita Deak

    1. [1] Universidade do Minho

      Universidade do Minho

      Braga (São José de São Lázaro), Portugal

  • Localización: Revista 2i: Estudos de identidade e intermedialidade, ISSN-e 2184-7010, Vol. 2, Nº. 2, 2020 (Ejemplar dedicado a: Figures of the Posthuman: Body and machine thresholds), págs. 239-242
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Dystopia as a language: Interview with Anita Deak
  • Enlaces
  • Resumen
    • No âmbito dos saraus temáticos online promovidos pelo coletivo Sinestéticas, a edição de 13 de maio de 2020 trouxe à pauta as Distopias. Sob a égide de uma pandemia global marcada por conflitos políticos e sociais em diversos países, observamos o retorno às listas dos livros mais vendidos de alguns clássicos distópicos como 1984, de George Orwell, Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago e O Conto de Aia, de Margaret Atwood.

      Entre os participantes do sarau, a escritora e editora brasileira Anita Deak apresentou uma releitura da ideia tradicional de distopia, uma abordagem que nomeou linguagem distópica. Esta entrevista, conduzida por Taynnã de Camargo Santos, foi transcrita e expandida para publicação na edição nº 2 da Revista 2i.


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