This essay means to discuss how the trajectory of medicalisation in the occident, the cultural turn against medical expertise, the emergence of new scientific subjectivities, and the development of fringe scientific and technological practices help to contextualize new relations between science, technology, art, and the wider world through the concept of heterotopia. Using as a case study an artist’s scientific-artistic-affective experiment to fall out of love with her ex, we explore how fringe scientific practices, beyond being privileged sites to illuminate the activities of institutional science and observe new relations and correlations that these gain in association to the larger environment, also enable the reorganization of values and places of power, and can compose diverse cultural projects.
Presente texto busca discutir como a trajetória da medicalização no ocidente, a virada cultural contra expertise médica, a emergência de novas subjetividades científicas e o surgimento de práticas marginais de ciência e tecnologia ajudam a contextualizar novas relações todo-meio-parte com a ciência, tecnologia, arte, e mundo mais amplo a partir do conceito de heterotopia. Usando como estudo de caso o experimento científico-artistico-afetivo de uma artista que reprogramou seu cérebro para desapaixonar-se por um ex-namorado, exploramos como as práticas marginais de ciência, além de serem locais privilegiados para tanto iluminar as atividades da ciência institucional quanto observar as novas relações e correlações que estas ganham ao associar-se ao mundo maior, também possibilitam um reordenamento de valores e locais de poder e podem compor projetos culturais diversos.
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