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Rio de Janeiro, metrópole apocalíptica e pós-humana: Uma leitura do conto “o quarto selo (fragmento)” de Rubem Fonseca

    1. [1] José dos Santos Dias Teixeira
  • Localización: Revista 2i: Estudos de identidade e intermedialidade, ISSN-e 2184-7010, Vol. 2, Nº. 2, 2020 (Ejemplar dedicado a: Figures of the Posthuman: Body and machine thresholds), págs. 141-150
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Rio de Janeiro, apocalyptic and posthuman metropolis: A reading of Rubem Fonseca’s short story “o quarto selo (fragmento)”
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Numa abordagem interdisciplinar, na qual intervêm a teoria da literatura e a ciência espacial, o  presente artigo examina a representação do Rio de Janeiro no conto “O quarto selo (fragmento)” de Rubem Fonseca. Situado num futuro indeterminado, o conto recorre à técnica dos planos cinematográficos para descrever uma nova realidade urbana, na qual os espaços da modernidade tardia se veem substituídos por uma metrópole conformada por periferias. Num tempo em que os corpos, as máquinas e as cidades são mutuamente constitutivos, a presença do personagem-ciborgue alude à disseminação de identidades híbridas no contexto de uma geografia pós-humana. O protagonista do conto é precisamente uma criação artificial, dotada de múltiplas identidades, no mundo ordenado e gerenciado do Rio de Janeiro entendido como metrópole apocalíptica. O apocalipse, para o qual remete o título do conto, deve ser entendido como um dispositivo que projeta um cenário catastrófico na realidade imediata, permitindo que questões de ordem social e política possam ser pensadas ​​e discutidas.

    • English

      In an interdisciplinary approach, in which the theory of literature and space science intervene, this article examines the representation of Rio de Janeiro in Rubem Fonseca’s short story “O quarto selo (fragmento)”. Set in an indeterminate future, the tale uses the technique of cinematographic plans to describe a new urban reality, in which the spaces of late modernity are replaced by a metropolis formed by peripheries. At a time when bodies, machines and cities are mutually constitutive, the presence of the cyborg character alludes to the dissemination of hybrid identities in the context of a posthuman geography. The protagonist of the story is precisely an artificial creation, endowed with multiple identities, in the ordered and managed world of Rio de Janeiro understood as an apocalyptic metropolis. The apocalypse, to which the title of the story refers, must be understood as a device that projects a catastrophic scenario in the immediate reality, allowing questions of a social and political order to be thought and discussed.

       


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