Urbino, Italia
En esta contribución, la atencion se concentra en las complejidades y las posibles soluciones que un restaurador debe considerar durante la fase sensible de la presentación estética de las obras de arte devocionales. Para este tipo de artefactos a menudo es posible aplicar la lógica de la restauración conservadora (Zanardi 2009), que requiere una intervención mínima, porque el aspecto devocional es un valor agregado que se debe proteger, ya que lleva una serie de códigos simbólicos (Argenton 2017) que deben ser inmediatamente entendidos por la comunidad religiosa a la que están destinados. La categoría también se analizó a través de una serie de entrevistas con varias figuras que interactúan con una obra de arte devocional y litúrgica: el restaurador, el historiador del arte y el usuario de la obra, la comunidad religiosa.
In this contribution, the accent is focused on the complexities and possible solutions faced by a restorer during the phase of aesthetical presentation of devotional artworks. For this kind of artefacts is not often possible to apply the logic of conservative restauration (Zanardi 2009), which requires a minimum intervention. The devotional aspect is an added value protected by a number of symbolic codes (Argenton 2017) understood by the religious community, for which the artifact was intended. The work was also analysed through a series of interviews with various figures related to the devotional and liturgical artwork: the restorer, the art historian art and the religious community as user of the art work.
Nesta contribuição, a atenção está voltada para as complexidades e possíveis soluções que um conservador-restaurador deve considerar durante a fase sensível da apresentação estética de obras de arte devocionais. Para este tipo de artefacto, muitas vezes é possível aplicar a lógica do restauro conservador (Zanardi 2009), que requer intervenção mínima, pois o aspeto devocional é um valor agregado que deve ser protegido, uma vez que carrega uma série de códigos simbólicos (Argenton 2017) que devem ser compreendidos pela comunidade religiosa a que se destinam. A categoria também foi analisada através de uma série de entrevistas com várias figuras que interagem com uma obra de arte devocional e litúrgica: o conservador- restaurador, o historiador da arte e o usuário da obra, a comunidade religiosa.
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