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Aviso legal – essa é uma obra de ficção: a relação entre direito e literatura nos romances "A balada de Adam Henry", de Ian McEwan, e "O rei pálido", de David Foster Wallace

    1. [1] Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Brasil

    2. [2] Professor de Filosofia do Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professor de Ética da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pesquisador Bolsista de Produtividade do CNPq.
  • Localización: Anamorphosis: Revista Internacional de Direito e Literatura, ISSN-e 2446-8088, Vol. 5, Nº. 1, 2019 (Ejemplar dedicado a: janeiro-junho), págs. 215-234
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Disclaimer – this is a work of fiction: the relationship between law and literature in the novels “The children act”, by Ian McEwan, and “The pale king”, by David Foster Wallace
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The aim of this article is to explore a relationship that has not yet been examined in the contemporary debate on law and literature. The law can, indeed, constitute the subject matter of a novel. But as we argue in this article, the law can also determine what counts, and what does not count as a novel. We defend this thesis by analyzing Ian McEwan’s The Children Act (2014) and David Foster Wallace’s The Pale King (2011). In the context of contemporary cultural production, the law has the power and the legitimacy to create what we call the space of fiction. As we intend to show, the law can create the demarcation line between fictional and non-fictional narratives.

    • português

      O objetivo deste artigo é explorar uma relação ainda pouco examinada no âmbito do debate contemporâneo sobre direito e literatura. A tese aqui defendida é que o direito, no âmbito da produção cultural contemporânea, e mais especificamente nos romances A balada de Adam Henry (2014) de Ian McEwan, e O rei pálido (2011) de David Foster Wallace, pode não apenas ser objeto de uma narrativa de ficção. O direito, tal como pretendemos mostrar neste artigo, muitas vezes tem também o poder de criar o espaço da ficção. Compete muitas vezes ao direito, no contexto da produção cultural contemporânea, caracterizar uma dada narrativa como uma obra de ficção.


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