Brasil
O presente artigo tem como objetivo analisar o conceito de city branding e sua importância para as chamadas “cidades criativas”, tomando como objeto de estudo a cidade de Londres – pioneira na implementação desse discurso em suas políticas públicas e intervenções urbanas a partir do final do século XX – e mais especificamente o projeto de revitalização urbana que acompanhou a construção do novo edifício do museu e galeria Tate Modern. Procura-se, com isso, evidenciar a importância da criação de uma “marca” que identificasse e unisse um conjunto de imagens e significados atribuídos à cidade, tendo a arte e a cultura como núcleo central em um momento no qual o “capital humano” passava a ser visto como a chave do desenvolvimento econômico (Blair, 2006).
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