El perfil demográfico brasileño ha sufrido profundas modificaciones en los últimos años. Las estadísticas demuestran que crece progresivamente el número de ancianos en Brasil, haciendo que se perciba también un cambio en el perfil epidemiológico, en el que se destacan las enfermedades crónicas no transmisibles. Con el aumento de la expectativa de vida, se percibe la longevidad, que no siempre es asociada a la calidad de vida, muy al contrario, se percibe innumerables problemas vivenciados por los ancianos, entre ellos la depresión, que se destaca como un serio problema de salud en el público. Con el objetivo de contribuir con el enfrentamiento de este problema, se están discutiendo nuevas estrategias, entre ellas el apoyo social, una potente herramienta de educación en salud, que ver en el aprendizaje a partir del intercambio de experiencia una importante herramienta de cuidado al anciano con cuadro depresivo. Frente a esta realidad, el trabajo en cuestión tiene por objetivo analizar cuáles son los factores desencadenantes de la depresión en el anciano y cómo el apoyo social viene siendo trabajado para ese grupo poblacional en la actualidad. El presente artículo es una revisión sistemática, producida a partir de artículos disponibles en bases de datos en línea. Con base en las discusiones realizadas, se percibe que muchos factores contribuyen al desarrollo de la depresión por los ancianos, destacándose los procesos de pérdida, el abandono y las adicciones físicas y psicológicas. Frente a esa realidad, aún es frágil el desarrollo del apoyo social, que muchas veces es ofrecido sólo por la familia, los amigos y algunos profesionales de salud que buscan nuevas formas de cuidar. Se concluye que la actual realidad produce vulnerabilidad a las personas de la tercera edad, favoreciendo el desarrollo de la depresión, y que aún es insuficiente el apoyo social ofrecido, principalmente cuando se observa la ausencia de políticas públicas que asumen esa herramienta como un importante instrumento de educación en salud.
The Brazilian demographic profile has undergone profound changes in recent years. The statistics show that the number of elderly people in Brazil grows progressively, making it possible to perceive a change in the epidemiological profile, in which chronic noncommunicable diseases are highlighted. With the increase in life expectancy, longevity is perceived, which is not always associated with quality of life; on the contrary, it is possible to perceive innumerable problems experienced by the elderly, among them depression, which stands out as a serious problem of health in this public. In order to contribute to the coping of this problem, new strategies have been discussed, among them social support, a potent tool of health education, that see in the learning from the exchange of experience an important tool of care for the elderly with depressive symptoms. In view of this reality, the present study aims to analyze what are the triggering factors of depression in the elderly and how social support has been worked for this population group today. This article is a systematic review, produced from articles available in online databases. Based on the discussions, it is possible to notice that many factors contribute to the development of depression by the elderly, especially the processes of loss, abandonment and physical and psychological illness. Faced with this reality, the development of social support, which is often offered only by family, friends and some health professionals seeking new ways of caring, is still fragile. It is concluded that the current reality produces vulnerability to the elderly, favoring the development of depression, and that the social support offered is still insufficient, especially when one observes the absence of public policies that assume this tool as an important instrument of education in health.
O perfil demográfico brasileiro vem sofrendo profundas modificações nos últimos anos. As estatísticas demonstram que cresce progressivamente o número de idosos no Brasil, fazendo com que se perceba também uma mudança no perfil epidemiológico, no qual se destacam as doenças crônicas não transmissíveis. Com o aumento da expectativa de vida, percebe-se a longevidade, que nem sempre é associada a qualidade de vida, muito pelo contrário, observase inúmeros problemas vivenciados pelos idosos, entre eles a depressão, que se destaca como um sério problema de saúde nesse público. Visando contribuir com o enfrentamento desse problema, novas estratégias vêm sendo discutidas, entre elas o apoio social, uma potente ferramenta de educação em saúde, que vê na aprendizagem a partir da troca de experiência uma importante ferramenta de cuidado ao idoso com quadro depressivo. Frente a essa realidade, o trabalho em apreço tem por objetivo analisar quais são os fatores desencadeadores da depressão no idoso e como o apoio social vem sendo trabalhado para esse grupo populacional na atualidade. O presente artigo é uma revisão sistemática, produzida a partir de artigos disponíveis em bancos de dados online. Com base nas discussões realizadas, percebese que muitos fatores contribuem para o desenvolvimento da depressão pelos idosos, destacando-se os processos de perda, o abandono e os adoecimentos físicos e psicológicos.
Frente a essa realidade, ainda é frágil o desenvolvimento do apoio social, que muitas vezes é oferecido apenas pela família, pelos amigos e por alguns profissionais de saúde que buscam novas formas de cuidar. Conclui-se que a atual realidade produz vulnerabilidade às pessoas da terceira idade, favorecendo o desenvolvimento da depressão, e que ainda é insuficiente o apoio social ofertado, principalmente quando se observa a ausência de políticas públicas que assumem essa ferramenta como um importante instrumento de educação em saúde.
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