Para responder às novas características da sociedade digital e dos seus jovens – a geração “zap” – a educação deve abrir-se à tecnologia, apostar na comunicação e colaboração, na interactividade, tornar-se “formatável” à medida de cada um e “acontecer” durante toda a vida, passando a pertencer a toda a comunidade. Para isso deve deixar de estar centrada “nas aulas” e existir para além das paredes do edifício e para além dos períodos lectivos. Isto é, a escola deve estar sempre presente, no espaço e no tempo. Um modelo semelhante foi simulado numa escola Portuguesa durante o ano lectivo de 2002/2003. Os resultados não permitem conclusões absolutas mas deixam algumas pistas sobre a sua possibilidade de sucesso – além de ser naturalmente atraente aos jovens, trouxe algumas evoluções a nível das atitudes e competências que, apesar de apenas esboçadas e não mensuráveis de imediato, nos deixam optimistas em relação ao futuro.
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