O artigo pretende estabelecer uma relação entre o presente e o presente tendo como objeto o Clube Caixeiral de Rio Grande, RS, a partir do reconhecimento visual no contexto em que está inserido, e compreender como isso influiu em frequentadores que por ali passaram. Essa análise pretende demonstrar o quanto os sentidos da memória podem exercer uma situação favorável diante das fontes, sejam elas materiais (suportes) ou imateriais (lembranças), a partir de pontos de referência estabelecidos pela memória dos locais.
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