Segregationist policies towards leprosy keep on echoing in Brazilian memory and society. Throughout the twentieth century, leprosy sanatoriums and “prevention centers” for children were built in different states of the country, for the confinement of the patients and their sons. In São Paulo, the recent pratimonialization processes of such places allow broadens the concept of heritage, including a so called “difficult memory", a re-dimensioned memory frequently linked to compensation policies towards atrocities from the past. Such compensation initiatives as well as the preservation of funds, scientific instruments and architectural structures linked to history of leprosy in Brazil bring about a wider dimension to the very idea of preservation and celebration of the past.
As políticas segregacionistas de profilaxia da hanseníase tem uma longa permanência na memória e no social. No Brasil, ao longo do século XX, foram construídos leprosários e preventórios em diferentes estados da federação, destinados ao confinamento de doentes e seus filhos. No estado de São Paulo, a recente proposta de patrimonialização destes espaços leva a refletir sobre a ampliação da percepção dos patrimônios possíveis nas últimas décadas, possibilitando a inclusão da "memória difícil", frequentemente associada às políticas de memória cujo objetivo é a reparação de atrocidades cometidas no passado. Tais iniciativas de indenização e de preservação patrimonial de acervos, instrumentos científicos e espaços ligadas à história da hanseníase no Brasil e de suas instituições de internamento trazem uma complexa dimensão à ideia de preservação e celebração do passado.
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