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“Olha, eu acho que assim, a gente fala o portunhol porque nós não sabemos o espanhol”: políticas linguísticas em fronteiras multilíngues

    1. [1] Universidade Federal da Integração Latino-Americana

      Universidade Federal da Integração Latino-Americana

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal de Santa Catarina

      Universidade Federal de Santa Catarina

      Brasil

  • Localización: ESPecialist, ISSN 0102-7077, Vol. 39, Nº. 2, 2018
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • “Look, I believe that, we speak portunhol because we don’t know spanish”: language policies in multilingual borders
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In border scenarios, the movement of languages and people when transposing neighbor spaces involve and cover a multilingual reality, many times, suppressed by monolingual practices. At the triple border Brazil, Paraguay and Argentina, in the city of Foz de Iguassu, it´s visible the contact between border languages, immigrants, indigenous, refugees, mother tongues and foreign languages, characterizing a practical multilingualism. However, that linguistic wealth is not always valorized and some languages end up being depreciated because they are considerate as easy languages by the similarity with Portuguese, as it happens with the Spanish Language, whose incentive to learn is poorly promoted and encouraged. Therefore, this study aims to reflect about the inclusion and teaching of the Spanish Language at the municipal schools of Iguassu, in Elementary School I, with a perspective of languages education. For this purpose, we developed semi-structured interviews with pedagogical teams and teachers, which were analyzed from the assumptions of Sociolinguistic and Language Policies.

    • português

      Em cenários fronteiriços, o movimento de línguas e de pessoas ao transpor espaços vizinhos envolve e encobre uma realidade multilíngue, muitas vezes, suprimida por práticas monolíngues. Na Tríplice Fronteira Brasil, Paraguai e Argentina, na cidade de Foz do Iguaçu, é visível o contato com línguas de fronteira, imigrantes, indígenas, refugiados, maternas e estrangeiras, caracterizando um multilinguismo prático. Contudo, nem sempre essa riqueza linguística é valorizada e algumas línguas acabam sendo desprestigiadas por serem consideradas línguas fáceis pela semelhança com o português, como ocorre com a Língua Espanhola, cujo incentivo a sua aprendizagem é pouco promovido e incentivado. Diante disso, este estudo objetiva refletir sobre a inserção e o ensino da Língua Espanhola nas escolas municipais iguaçuenses, no Ensino Fundamental I, em uma perspectiva de educação em línguas. Para tanto, desenvolveram-se entrevistas semiestruturadas, com equipes pedagógicas e professores, que foram analisadas a partir dos pressupostos da Sociolinguística e Politicas Linguísticas.


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