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A história social do português do Brasil e o preconceito linguístico

  • Autores: Silvana Silva de Farias Araújo, Nilton Carlos Carmo Sousa
  • Localización: Tabuleiro de Letras, ISSN-e 2176-5782, Vol. 12, Nº. Extra 3, 2018, págs. 82-96
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • A ideia central deste texto gira em torno de questões sócio-históricas que estão na base da formação e da caracterização atual do português do Brasil (PB), a exemplo dos contatos linguísticos e dos processos tardios de urbanização e de escolarização. No decorrer do texto, discutimos como a sócio-história do PB gerou reflexos consideráveis na realidade sociolinguística brasileira, com sérias implicações nas práticas de ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa nas escolas. Para discutir essas questões são focalizados temas da Sociolinguística (Variacionista e Educacional) e da Linguística do Contato. Concluímos que há um enraizamento social no preconceito linguístico, havendo variantes linguísticas “toleradas” no ambiente escolar, ainda que não sejam as formas padrão, e outras totalmente repudiadas, algo que perpassa pelas formulações teóricas labovianas, notadamente as que tratam dos indicadores, marcadores e estereótipos (LABOV, 2008[1972]). 


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