Renata Muniz Prado, Denise de Souza Fleith
Apesar da tendência atual dos estudos sobre desenvolvimento de talentos e superdotação evidenciar o impacto de múltiplos fatores na expressão de habilidades superiores, a dimensão social e emocional ainda é negligenciada. Novas pesquisas, influenciadas pela ciência psicológica, apontam a importância das variáveis psicossociais para além da manifestação do potencial latente, mas também para a autorrealização e bem-estar psicológico do indivíduo superdotado. O objetivo deste estudo foi apresentar e discutir modelos teóricos e estudos contemporâneos acerca da dimensão afetiva do desenvolvimento do talento. O desafio encontra-se na inclusão dessa dimensão na identificação e avaliação da superdotação, bem como na implementação de estratégias para a promoção de competências socioemocionais que beneficiem o florescimento do potencial humano.
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