Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


A duplicidade na educação da areté em "A República" e em "Protágoras" de Platão

  • Autores: Marcelo Martins Barreira
  • Localización: Conjectura: filosofia e educação, ISSN 0103-1457, Vol. 22, Nº. 2, 2017, págs. 320-341
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • La duplicidad en la educación de areté en La República y en Protágoras de Platón
    • Duplicity in areté education in Plato’s Republic and Protagoras
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artículo compara dos propuestas de educación de la areté en los textos de Platón: el “Mito de Prometeo” en el Protagoras (320 C-328 B) y el “Mito de la Cueva” en el libro VII de La República. Esto se debe a la ambigüedad del término areté, que puede ser entendido como una virtud o competencia moral. Esiste una homología estructural entre el mito narrado por Platón en el Protagoras y el Libro VII – su antítesis paradigmática y teórico-valorativa. Ambos textos se estructuran en dos partes: la narración de una alegoría (mythos) y, enseguida, la explicación analítica de esta alegoría por un discurso racional (logos). En consonancia con la terminología contemporánea de Wolff, ese debate dio lugar a un enfoque divergente pero complementario entre la “verdad jurídica”, defendida por el personaje de Protagoras en el contexto democrático, y la “competencia técnica” del personaje Sócrates, en la segunda perspectiva. Debate que lleva hasta el día de hoy, a desarrollos pedagógicos. Con respecto a la naturaleza y la cultura, tensado por la fijeza de las leyes de la física (physis) y la arbitrariedad de la ley jurídica (nomos), la epistemología vinculada al primero tipo de conocimiento ha superado a las humanidades. Esta victoria ha asociado, después de la modernidad, las ciencias naturales al discurso verdadero sobre lo real. Sin embargo, se debe recuperar el papel de los Sofistas para enfatizar la relación entre la verdad y la construcción política y jurídica en el contexto democrático. El punto central de esta perspectiva opinativa es la paradoja sofistica de utilizar hábilmente algo común, la palabra, que adquiere un potencial técnico en el ámbito público gracias a la capacidad de persuasión por una nueva técnica del discurso: la retórica.

    • English

      The article compares two proposals for the education of areté in Plato’s texts: the “Myth of Prometheus” in Protagoras (320 C-328 B) and the “Cave Myth” in Book VII of The Republic. This is due to the ambiguity of the term areté, which can be understood as moral virtue or as competence.

      There is a structural homology between the myth narrated by Plato in Protagoras and Book VII above: its paradigmatic antithesis and theoricalevaluative.

      Both texts are structured in two parts: the narration of an allegory (mythos) and, soon after, the analytic explanation of this allegory by a rational discourse (logos). Following the contemporary terminology of Wolff, this debate translated into a divergent but complementary approach between the “legal truth” defended by Protagoras’ character in a democratic context and the “technical competence” of the Socrates character in the second perspective. Debate that brings, until today, their pedagogical unfolding. As for nature and culture, hardened by the fixity of the laws of physics (physeis) and by the arbitrariness of legal laws (nomos), epistemology linked to the first type of knowledge overcame the humanities. This victory associated, after modernity, the sciences of nature with the true discourse on the real. However, the role of the sophists in emphasizing the relationship between truth and political-juridical construction in a democratic context has to be retaked. The central point of this view is the sophistical paradox of competently using something common, the word, which acquires a technical differential in the public arena thanks to the capacity for persuasion by a new technique of discourse: rhetoric.

    • português

      O artigo compara duas propostas de educação da areté nos textos de Platão: o “Mito de Prometeu” no Protágoras (320 C-328 B) e o “Mito da Caverna” no Livro VII de A República. Isso se deve à ambiguidade do termo areté, que pode ser compreendida como virtude moral ou como competência. Há uma homologia estrutural entre o mito narrado por Platão no Protágoras e o Livro VII acima: sua antítese paradigmática e teóricovalorativa.

      Ambos os textos se estruturam em duas partes: a narração de uma alegoria (mythos) e, logo em seguida, a explicação analítica dessa alegoria por um discurso racional (logos). Acompanhando a terminologia contemporânea de Wolff, esse debate se traduziu numa abordagem divergente, mas complementar entre a “verdade jurídica”, defendida pelo personagem de Protágoras, em contexto democrático, e a “competência técnica” do personagem Sócrates, na segunda perspectiva. Debate que acarreta, até hoje, os respectivos desdobramentos pedagógicos. No que concerne à natureza e à cultura, enrijecida pela fixidez das leis da física (physis) e pela arbitrariedade das leis jurídicas (nomos), a epistemologia ligada ao primeiro tipo de conhecimento venceu as humanidades. Essa vitória associou, depois da modernidade, as ciências da natureza com o discurso verdadeiro sobre o real. Todavia, há de se recuperar o papel dos sofistas ao enfatizarem a relação entre verdade e construção político-jurídica em contexto democrático. O ponto central dessa sua perspectiva opinativa é o paradoxo sofístico de usar competentemente algo comum, a palavra, que adquire um diferencial técnico na arena pública graças à capacidade de persuasão por uma nova técnica do discurso: a retórica.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno