El tema de este artículo es la variación morfológica en P4 (nosotros) en los verbos regulares de 1º y 2º de la conjugación, con el objetivo de describir y analizar las formas canónicas y no-canónicas – como -a-mo(s) frente -y-mo(s), y -e-mo(s) frente a -i-mo(s) – en el sudeste de Paraná. Por lo tanto, nos hemos fundamentado en Labov (2008 [1972]; 1994), Weinreich, Labov y Herzog (2006 [1968]), Amaral (1920), Câmara Junior (1970), Castilho (1992) y otros. La investigación utilizó una metodología cualitativa, con el análisis del habla y de la escritura em las ciudads Irati y Mallet, en el sudeste de Paraná. A partir de los resultados, se confirmó la hipótesis de producibilidad de la variante no-canónica en esta región.
The theme of this article is the morphemic variation in P4 (we) in regular verbs of the 1 st and 2 nd conjugation. We aim to describe and analyze the canonical and non-canonical forms – such as -a-mo(s) versus e-mo(s), and -e-mo(s) versus -i-mo(s) – in the southeast of Paraná. Therefore, we are based our research on Labov (2008 [1972]; 1994) and Weinreich, Labov e Herzog (2006 [1968]), Amaral ([1920]), Câmara Junior ([1970]), Castilho (1992) and others. The research used a qualitative methodology, analyzing spoken and written speech data and writing in Irati and Mallet towns, in the southeast of Paraná. From the results, our hypothesis of non-canonical variant productivity in this region was confirmed.
O tema deste artigo é a variação morfêmica na P4 (nós) em verbos regulares de 1ª e 2ª conjugação, objetivando a descrição e análise das formas canônicas e não canônicas – como -a-mo(s) versus -e-mo(s), além de -e-mo(s) versus-i-mo(s) – na mesorregião sudeste do Paraná. Para tanto, fundamentou-se em Labov (2008 [1972]; 1994) e Weinreich, Labov e Herzog (2006 [1968]), Amaral ([1920]), Câmara Junior ([1970]), Castilho (1992) e outros. A pesquisa utilizou-se de metodologia qualitativa, analisando dados de fala e de escrita nas cidades Irati e Mallet, do sudeste paranaense. A partir dos resultados, confirmou-se a hipótese de produtividade da variante não canônica nessa região.
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