O texto procura realizar uma crítica das ciências da educação, sugerindo que estas ainda não formam um corpo homogêneo, ou seja, não integram uma teoria geral da educação. O artigo identifica nas ciências da educação três componentes: a explicação, a normatividade e a utopia. Examinando cada um deles e suas interrelações, o autor sugere caminhos para o desenvolvimento de uma teoria sobre um objeto que ele vê como fundamentalmente aberto.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados