A comunicação persegue o percurso do olhar do narrador ficcional, dos mundos masculino e feminino. O percurso vai de sua infância ao momento da interlocução com o visitante, quando a narração se materializa. Discute-se a presença de Diadorim no triângulo das mulheres amadas por Riobaldo e as imagens que as acompanham. Discute-se também por que, sendo ponto de convergência do olhar do narrador, Diadorim é também seu ponto cego. É o que ele persegue, mas não vê.
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