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Terminologia gramatical luso-castelhana dos inícios: de Antonio de Nebrija a João de Barros

    1. [1] Universidad de Salamanca

      Universidad de Salamanca

      Salamanca, España

    2. [2] Universidade de Évora

      Universidade de Évora

      Senhora da Saúde, Portugal

  • Localización: Confluência: Revista do Instituto de Língua Portuguesa, ISSN-e 2317-4153, Nº. 49, 2015, págs. 68-118
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The grammatical terminology of the Portuguese and Castilian languages in their early years: from Antonio de Nebrija to João de Barros
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This article focuses on the grammatical terminology of both Antonio de Nebrija (1441?-1522) and João de Barros (1496? -1570), the authors of Grammatica sobre la lengua castellana (1492) and Grammatica da lingua portuguesa (1540), respectively. It aims at highlighting the relationship between the theoretical framework and the “meta- -terminology” adopted by these two peninsular grammarians whose works underpinned the Spanish and the Portuguese grammar traditions, and which, alongside their uniqueness, are convergent of concepts and terminology. Given the similarity between the two Romance languages under analysis, the possible existence of a shared “terminological background” becomes relevant for both metalinguistic traditions, as much of that same terminology is still used today. Furthermore, it is important to determine how, where and to what extent Nebrija will have served as a model for João de Barros.

    • português

      Este artigo trata da terminologia gramatical de Antonio de Nebrija (1441?-1522) e João de Barros (1496?-1570), autores respectivamente da Grammatica sobre la lengua castellana (1492) e da Grammatica da lingua portuguesa (1540). O objectivo deste estudo é precisamente demonstrar a relação entre a doutrina e a “(meta)terminologia” destes dois gramáticos peninsulares, em cujas obras se detectam, a par de singularidades próprias de cada gramático, muitos pontos de convergência, quer no plano conceptual quer no plano estritamente terminológico. Dada a semelhança entre as duas línguas românicas – castelhano e português – a possível existência de um “fundo terminológico” partilhado é relevante para ambas as tradições metalinguísticas, tanto mais que muita dessa terminologia continua a ser usada nos nossos dias. Por último, importa averiguar onde, como e em que medida Nebrija terá funcionado como um modelo para João de Barros.


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