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Os territórios imaginários da escrita

  • Autores: Marisa Barreno
  • Localización: Scripta, ISSN-e 2358-3428, ISSN 1516-4039, Vol. 4, Nº. 8, 2001 (Ejemplar dedicado a: SCRIPTA 8), págs. 275-286
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • O que vemos e vivemos é o nosso real, determinado pelo nosso campo subjetivo particular. A compreensão da importância da narração como forma de criação do mundo exprime-se na frase “no princípio era o verbo”. As paisagens primitivas da narração primeva são geradoras das seqüentes narrações. Dos mitos coletivos resulta a comunicabilidade– e também o preconceito. Nos meus mitos individuais descubroa raiz da minha escrita. Mas as revisitações interiores não são peregrinações repetitivas: são fonte de descobertas permanentes, e de encontros inesperados com novas personagens. Estas são modos de ser alternativos,consubstanciações do que seria indizível sem essa metáfora do primeiro alento criador, do primeiro mistério existencial. No princípio era o verbo, e a eternidade simboliza-se na polissemia de todos os textos criativos.


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