Este estudio evaluó las capacidades de un grupo de hablantes de inglés como segunda lengua (L2), cuando percibían y producía la vocal inglesa Schwa. Se evaluaron las hipótesis propuestas por el Modelo de Aprendizaje del Habla (Speech Learning Model [SML, por sus siglas en inglés]), las cuales sugieren que los hablantes de L2 podrían crear categorías fonéticas para sonidos nuevos. Se tomó la ortografía como una posible variable que afecta las habilidades de los hablantes de L2. El estudio se realizó en tres etapas: la primera evaluó las capacidades iniciales de los hablantes de L2; la segunda consistió en un entrenamiento fonético en procesos de reducción vocálica y Schwa, y, finalmente, la tercera evaluó las mismas instancias después del entrenamiento. Los resultados sugieren que los hablantes fueron influenciados por la ortografía y percibieron y produjeron Schwas que asemejaban sus vocales nativas.
This study assessed the performances of a group of speakers of L2 English when perceiving and producing the English vowel Schwa. It evaluated the hypotheses proposed by the Speech Learning Model (SML), developed by Flege and colleagues (1988, 1992, 1999, and 2002), which suggest that L2 speakers are capable of creating phonetic categories for new L2 sounds. The effect of orthography was chosen as a variable that could affect L2 speakers’ abilities. The study was carried out in three stages: the first one evaluated initial L2 speakers’ perceptual and productive abilities; stage two consisted of pronunciation training in vowel reduction processes; and stage three evaluated performances after training. Results suggest that Second Language (L2) speakers were influenced by the orthography; therefore, they perceived and produced Schwas as instances of their native vowels.
Este estudo avaliou as capacidades de um grupo de falantes de inglês como segunda língua (L2), quando percebiam e produzia a vogal inglesa Schwa. Avaliaram-se as hipóteses propostas pelo Modelo de Aprendizagem da Fala (Speech Learning Model [SML, por sua sigla em inglês]), as quais sugerem que os falantes de L2 poderiam criar categorias fonéticas para novos sons. Tomou-se a ortografia como uma possível variável que afeta as habilidades dos falantes de L2. O estudo foi realizado em três etapas: a primeira avaliou as capacidades iniciais dos falantes de L2; a segunda consistiu num treinamento fonético em processos de redução vocálica e Schwa; finalmente, a terceira avaliou as mesmas instâncias depois do treinamento. Os resultados sugerem que os falantes tenham sido influenciados pela ortografia e tenham percebido e produzido Schwas que se assemelhavam a suas vogais nativas.
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