El aprendizaje autorregulado ha sido bastante estudiado en el campo de la Psicología de la Educación, una vez que permite que los alumnos planifiquen, dirijan, monitoreen y evalúen sus aprendizajes. Sin embargo, en muchas escuelas tales posibilidades no son conquistadas por los estudiantes, con graves daños para la solución de problemas y, por lo tanto, para el propio pensar. Desde una perspectiva vygotskiana, el presente artículo analiza un caso real –que se describe desde el punto de vista de los autores– e intenta mostrar que es posible enseñar a los alumnos a autorregularse. Sin embargo, el estudio subraya que solo se alcanzará el éxito de tal aprendizaje mediante la construcción de relaciones de confianza en el aula y del entendimiento del error como parte inherente del aprender.
Self-regulated learning has been studied extensively in the field of Educational Psychology, since it allows the students to plan, direct, monitor and evaluate their learning. Notwithstanding, in many schools, these possibilities are not mastered by the students, leading to serious damage to the development of problem-solving skills, and hence, to reasoning itself. From a Vygotskian perspective, the present article analyzes a real case – described by the authors from their own perspective (but endorsed by some students) – and seeks to show that it is possible to teach self-regulation to students. The study highlights, however, that the path to achieve success in learning involves building trust relationships within the classroom and the understanding of error as an inherent part of learning.
A aprendizagem autorregulada vem sendo bastante estudada no campo da Psicologia da Educação, uma vez que permite aos alunos planejar, dirigir, monitorar e avaliar suas aprendizagens. No entanto, em muitas escolas, essas possibilidades não são conquistadas pelos estudantes, com graves prejuízos para a solução de problemas e, portanto, para o próprio pensar. De uma perspectiva vygotskiana, o presente artigo analisa um caso real – descrito pelos autores de acordo com sua ótica (mas referendado por alguns alunos) – e busca mostrar que é possível ensinar os alunos a se autorregularem. O estudo salienta, entretanto, que só se alcançará o sucesso dessa aprendizagem mediante a construção de relações de confiança na sala de aula e do entendimento do erro como parte inerente do aprender.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados