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“Lanzarote é minha jangada de pedra”: José Saramago e a escrita memorialística do exílio

    1. [1] Universidade Tecnológica Federal do Paraná

      Universidade Tecnológica Federal do Paraná

      Brasil

  • Localización: Abril: Revista do Estudos de Literatura Portuguesa e Africana - NEPA UFF, ISSN-e 1984-2090, Vol. 5, Nº. 11, 2013 (Ejemplar dedicado a: MEMÓRIA E PÓS-MEMÓRIA), págs. 217-228
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • “Lanzarote is my rock raft”: José Saramago and the memorialistic writing of exile
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      O presente artigo propõe uma leitura dos primeiros Cadernos de Lanza­rote, escritos pelo português José Saramago e publicados entre os anos de 1993 e 1997, ensaiando rascunhar uma possível relação entre o papel de intelectual exercido pelo escritor e a composição de uma literatura auto­biográfica que se constitui por meio de um diferenciado aprendizado da memória, a partir de seu exílio na ilha espanhola. Os escritos de Edward Said nortearão as discussões sobre o exílio propostas neste trabalho, assim como as obras de Philippe Lejeune se apresentam no diálogo sobre auto­biografia e memória.

    • English

      The current paper offers a reading of the initial Saramago’s Diaries, writ­ten by the Portuguese José Saramago and published between the years of 1993 and 1997, as it rehearses drafting a possible relation between the role of the intellectual, as performed by the writer and the composition of an autobiographical literature. This latter is constituted by means of a unique acquisition and learning of memory, from his exile in the Spanish island of Lanzarote. Edward Said´s writings will guide the discussions on exile pro­posed in this work, as much as Philippe Lejeune´s, whose writings appear in the dialogue between autobiography and memory.


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