El olvido contemporáneo del marxismo no obedece solo a un asunto de caducidad teórica. Este artículo se propone mostrar el olvido como síntoma y, en esa medida, postula que las complacencias provocadas por aquel, son fruto de la negación genealógica de la experiencia marxista. Como manera de luchar contra la complicidad propia del olvido, despliega una genealogía de "contramemoria" que se basa en lógicas del desencuentro. A través de esta genealogía, vislumbra nuevos acontecimientos de la historia entre el marxismo y América Latina.
The contemporary oblivion of Marxism is not only due to a case of theoretical expiration. This article intends to demonstrate this oblivion as being a symptom and, to that extent, posits that the complacencies caused by this forgetting are the result of the genealogical denial of the Marxist experience. As a way to combat the very complicity of this oblivion, the article lays out a genealogy of "Counter-memory" based on disencounter logics. By means of this genealogy it brings to light new developments in the history between Marxism and Latin America.
O esquecimento contemporâneo do marxismo não é devido, simplesmente, a um assunto de caducidade teórica. O documento objetiva mostrar que tal esquecimento é um sintoma e, assim sendo, postula que as complacências provocadas pelo esquecimento são o corolário da negação genealógica da experiência marxista. Como forma de lutar contra a cumplicidade característica do esquecimento, apresenta um leque genealógico de "contralembrança" ou "contramemória" fundamentado na lógica do desencontro. Por meio dessa genealogia, enxerga novos encontros históricos entre marxismo e América Latina.
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