En este artículo se explora, desde el ángulo de la imaginación creativa, un tipo particular de ficción literaria: la auto-narración. Se propone que es un caso de lo que Paula Carlino denomina la escritura como emergencia de conocimiento, es decir, epistemológica (por oposición a la escritura como mnemotecnia o reproducción/ constatación de lo dado). Se exploran diversos casos de autores que escenifican fenómenos de comprensión que ocurren a los narradores auto-diegéticos, es decir, narradores que refieren su propia historia. Se examinan los casos del narrador Odiseo en Odisea de Homero, Marcel en, En busca del tiempo perdido de Marcel Proust, el narrador de Gran Sertón:Veredas de Joao Guimaraes Rosa y el proyecto e intencionalidad enunciativa que subyace la novela de Manuel Zapata Olivella Changó, el Gran Putas. A partir de cada caso examinado, se postulan algunas de las funciones que la autonarración puede tener. Finalmente, se plantea que esta opción de conocer es susceptible de incorporarse a las labores investigativas propias del hacer universitario.
This paper explores, from the standpoint of creative imagination, a particular type of fiction: self-narration. It is proposed that is a case of what Paula Carlino calls the emergence of writing as knowledge, ie, epistemological (as opposed to writing as a mnemonic or reproduction / verification of the given). We explore several cases of authors that stage of understanding phenomena that occur at the self-diegetic narrators, ie narrators who relate their own story. It examines the cases of the narrator Odysseus in Homer's Odyssey, Marcel, In Search of Lost Time by Marcel Proust, the narrator of Gran Sertao: Veredas, by Joao Guimaraes Rosa and the project and intentionality underlying declarative novel Manuel Zapata Olivella, Xangó, the Great Whores. From each case examined, are postulated some of the functions that selfnarrative may have. Finally, we propose that this knowing option could be included in the investigative university work.
Neste artigo se explora, desde o ângulo da imaginação criativa, um tipo particular de ficção literária: a auto-narração. Se propõe que é um caso do que Paula Carlino denomina a escritura como emergência de conhecimento, é dizer, epistemológica (por oposição à escritura como mnemotecnia ou reprodução / constatação do dado). Exploram-se diversos casos de autores que representam fenômenos de compreensão que acontecem aos narradores auto-diegéticos, é dizer, narradores que referem sua própria história. Examinam-se os casos do narrador Odiseo em Odisea de Homero, de Marcel em Em busca do tempo perdido de Marcel Proust, o narrador de Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa e o projeto e intencionalidade enunciativa que subjaze a novela de Manuel Zapata Olivella Xangô, o grande fodão. A partir de cada caso examinado, se postulam algumas das funções que a auto-narração pode ter. Finalmente, se expõe que esta opção de conhecer é susceptível de incorporar-se às lavores de pesquisa próprias do âmbito universitário.
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