The translation of Samuel Beckett’s late texts, Company (1980) and Worstward Ho (1983), gave rise to reflections and, when published, to criticism, which will be commented on in this article. Not only shall the justification of translation choices be approached, but also the analysis of what, in the reading of the texts and the consideration of Brazilian Portuguese, led to such choices. References to other translations of the same texts – the French, the Portuguese, and the Italian – will be made.
Our aim is to emphasize the complexity and beauty of theses Beckettian texts from the point of view of a work carried out so close to them, as a translation work.
A tradução dos textos tardios de Samuel Beckett, Companhia (1980) e Worstward Ho (1983), suscitou reflexões e, quando de sua publicação, críticas, que serão comentadas neste artigo. Vão ser abordadas não só a justificativa de escolhas de tradução, mas a análise do que, na leitura dos textos e na consideração do português do Brasil, levou a tais escolhas. Referências a outras traduções dos mesmos textos – a francesa, a portuguesa e a italiana – aparecerão em comentários específicos. Nosso objetivo é destacar a complexidade e beleza desses textos beckettianos, do ponto de vista de um trabalho feito numa proximidade tão grande deles, como o trabalho de tradução.
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