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Comentário a um soneto (autêntico) de Camões: em quanto quis Fortuna que tivesse

    1. [1] Universidade de Vigo

      Universidade de Vigo

      Vigo, España

  • Localización: Limite: Revista de Estudios Portugueses y de la Lusofonía, ISSN 1888-4067, ISSN-e 2253-7929, Vol. 5, Nº. 1, 2011, págs. 49-73
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Commentary on an (authentic) sonnet by Camões: "Em quanto quis Fortuna que tivesse"
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El presente artículo constituye una aproximación, en forma de comentario, al soneto de Camões "Em quanto quis Fortuna que tivesse", sobre cuya verdadera autoría existen pocas dudas, que muestra una serie de variantes textuales en las tradiciones manuscritas e impresas. Nuestro comentario se basa en algunos principios metodológicos que consideramos esenciales: recurrir a una edición autorizada de la poesía de Camões, como la preparada por Leodegário A. de Azevedo Filho; una lectura atenta del valioso comentario sobre las "Rimas varias" de Manuel de Faria e Sousa, así como la interpretación de las composiciones líricas de Camões en el marco del petrarquismo ibérico, una interpretación que debe estar libre de cualquier tentación biografista.

    • English

      The present paper consists of a commentary on Camões’ sonnet “Em quanto quis Fortuna que tivesse”, about whose true author little doubt exists and which has a number of textual variants in both handwritten and printed traditions. Our commentary is based on some methodological principles that we deem of as essential: resorting to an authoritative edition of Camões’ poetry, such as that prepared by Leodegário A. de Azevedo Filho; an attentive reading of the valuable commentary on the “Rimas varias” by Manuel de Faria e Sousa, as well as interpreting Camões’ lyrical compositions within the framework of Iberian petrarchism, an interpretation that must be free of any temptation of biography-construction.

    • português

      O presente artigo constitui uma aproximação, em forma de comentário, ao soneto camoniano “Em quanto quis Fortuna que tivesse”, com escassas dúvidas quanto à sua verdadeira autoria e com variantes textuais na tradição manuscrita e na tradição impressa. Tal comentário parte de alguns princípios metodológicos ao nosso entender irrenunciáveis: a utilização de uma edição da poesia camoniana rigorosa, como a realizada por Leodegário A. de Azevedo Filho; a leitura atenta do extraordinário comentário de Manuel de Faria e Sousa nas “Rimas varias”; e, por último, a interpretação das composições líricas de Camões no contexto do petrarquismo peninsular e à margem de qualquer tentação biografista.


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