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Reflexiones sobre la interseccionalidad crítica en la educación de adultos: revisitando experiencias

    1. [1] Universidad Nacional del Sur

      Universidad Nacional del Sur

      Argentina

  • Localización: Cátedra: revista especializada en estudios culturales y humanísticos., ISSN-e 2523-0115, Nº. 23, 2026 (Ejemplar dedicado a: Cátedra), págs. 215-249
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Reflexões sobre a interseccionalidade crítica na educação de adultos: revisitando experiências
    • Reflections on critical intersectionality in adult education: revisiting experiences
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      En este artículo se propone la perspectiva de la interseccionalidad crítica como enfoque para comprender las múltiples opresiones que afectan a mujeres racializadas, migrantes y trabajadoras en América Latina que son parte de experiencias de educación de adultxs. A partir de una metodología de investigación participante, el estudio recupera experiencias en educación de adultos/as en contextos de alfabetización junto a migrantes, en la educación secundaria de adultxs, -incluso en fábricas recuperadas-y en contextos de encierro. Se observan desigualdades estructurales que atraviesan la vida de estas mujeres, manifestadas en la exclusión educativa, la precarización laboral y la violencia de género. Los hallazgos destacan que el acceso a la educación es condicionado por estructuras de poder patriarcales y racistas, reproduciendo la marginalización. La discusión enfatiza la necesidad de una interseccionalidad crítica que incorpore perspectivas feministas comunitarias y territoriales del Abya Yala, en contraposición a su apropiación desde usos descriptivos desde instituciones con intereses contrarios a las luchas y demandas que envolvió y envuelve esta categoría. El artículo reivindica los enfoques situados y la producción colectiva de conocimientos como estrategias de resistencia y transformación social.

    • English

      This article proposes the perspective of critical intersectionality as an approach to understanding the multiple oppressions that affect racialized and migrant women. Based on a participatory research methodology, the study recovers experiences in adult education in literacy contexts with migrants, in adult secondary education—including in recovered factories—and in incarceration contexts. Structural inequalities that permeate the lives of these women are evidenced, manifested in educational exclusion, labor precariousness, and gender violence. The findings highlight that access to education is conditioned by patriarchal and racist power structures, reproducing marginalization. The discussion emphasizes the need for critical intersectionality that incorporates feminist community and territorial perspectives from Abya Yala, in contrast to its appropriation through descriptive uses by institutions with interest’s contrary to the struggles and demands that this category has encompassed and continues to encompass. The article advocates for situated approaches and the collective production of knowledge as strategies for resistance and social transformation. Keywords: critical intersectionality, adult education, community feminism, decolonization, exclusion, resistances.

    • português

      Este artigo propõe a perspectiva da interseccionalidade crítica como abordagem para a compreensão das múltiplas opressões que afetam mulheres racializadas e migrantes. Com base em uma metodologia de pesquisa participativa, o estudo recupera experiências na educação de adultos em contextos de alfabetização com migrantes, na educação secundária de adultos –incluindo em fábricas recuperadas– e em contextos de encarceramento. São evidenciadas desigualdades estruturais que permeiam a vida dessas mulheres, manifestadas na exclusão educacional, na precariedade laboral e na violência de gênero. Os resultados destacam que o acesso à educação é condicionado por estruturas de poder patriarcais e racistas, reproduzindo a marginalização. A discussão enfatiza a necessidade de uma interseccionalidade crítica que incorpore perspectivas comunitárias e territoriais feministas de Abya Yala, em contraste com sua apropriação por meio de usos descritivos por instituições com interesses contrários às lutas e demandas que essa categoria abrangeu e continua a abranger. O artigo defende abordagens situadas e a produção coletiva de conhecimento como estratégias de resistência e transformação social. Palavras-chave: interseccionalidade crítica, educação de adultos, feminismo comunitário, descolonização, exclusão, resistências.


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