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José Angel Vera-Noriega
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Teodora Hurtado-Saá
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Rosario Leticia Domínguez-Guedea
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México
México
El artículo examina la situación de las académicas en el Sistema Nacional de Investigadoras e Investigadores (SNII), destacando que, aunque su participación ha aumentado, persisten desigualdades estructurales. Las mujeres académicas enfrentan sobrecarga doméstica y docente que limita su investigación, y tienen menor acceso a redes y puestos estables, lo que reproduce las desigualdades de género en la academia. El estudio adoptó un enfoque cuantitativo, con diseño no experimental y transversal, de alcance descriptivo y correlacional, lo que permitió caracterizar las condiciones laborales y personales de las investigadoras y explorar asociaciones con su reconocimiento en el SNII. El cuestionario aplicado fue una adaptación contextualizada del proyecto internacional Academic Profession in the Knowledge-Based Society (APIKS), distribuido de manera digital y analizado con SPSS. La población estuvo conformada por 539 académicos del SNII adscritos a la Universidad de Sonora, de los cuales se obtuvo una muestra probabilística estratificada de 244 personas, considerando sexo y nivel de adscripción. El estudio concluye que superar estas brechas exige políticas institucionales con perspectiva de género y el fortalecimiento del capital social y redes de apoyo para consolidar comunidades académicas más inclusivas y equitativas.
This article examines the situation of women academics within Mexico’s National System of Researchers (Sistema Nacional de Investigadoras e Investigadores, SNII), highlighting that although their participation has increased, structural inequalities persist. Women academics face domestic and teaching-related workloads that limit their research activities, and they have less access to professional networks and stable positions, thereby reproducing gender inequalities within academia. The study adopted a quantitative approach with a nonexperimental, cross-sectional design and a descriptive-correlational scope, allowing for the characterization of researchers’ working and personal conditions and the exploration of associations with their recognition within the SNII. The questionnaire used was a contextualized adaptation of the international project Academic Profession in the Knowledge-Based Society (APIKS), distributed digitally and analyzed using SPSS. The population consisted of 539 SNII-affiliated academics at the University of Sonora, from which a stratified probabilistic sample of 244 individuals was obtained, considering sex and level of affiliation. The study concludes that overcoming these gaps requires institutional policies grounded in a gender perspective, as well as strengthening social capital and support networks to consolidate more inclusive and equitable academic communities.
O artigo examina a situação das acadêmicas no Sistema Nacional de Pesquisadoras e Pesquisadores (SNII), destacando que, embora sua participação tenha aumentado, persistem desigualdades estruturais. As mulheres acadêmicas enfrentam sobrecarga de trabalho doméstico e docente que limita suas atividades de pesquisa, além de terem menor acesso a redes profissionais e a cargos estáveis, reproduzindo assim as desigualdades de gênero na academia. O estudo adotou uma abordagem quantitativa, com delineamento não experimental e transversal, de caráter descritivo e correlacional, o que permitiu caracterizar as condições de trabalho e pessoais das pesquisadoras e explorar associações com seu reconhecimento no SNII. O questionário aplicado foi uma adaptação contextualizada do projeto internacional Academic Profession in the Knowledge-Based Society (APIKS), distribuído de forma digital e analisado com o software SPSS. A população foi composta por 539 acadêmicos vinculados ao SNII na Universidade de Sonora, dos quais se obteve uma amostra probabilística estratificada de 244 participantes, considerando sexo e nível de vinculação. O estudo conclui que a superação dessas desigualdades exige políticas institucionais com perspectiva de gênero, bem como o fortalecimento do capital social e das redes de apoio para consolidar comunidades acadêmicas mais inclusivas e equitativas.
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