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Raízes que brincam: pedagogia do jogo, ecopsicologia e educação antirracista em contexto quilombola

    1. [1] Universidade Federal de Jataí
  • Localización: Páginas de educación, ISSN 1688-5287, ISSN-e 1688-7468, Vol. 19, Nº. 1, 2026 (Ejemplar dedicado a: Páginas de Educación; e4939)
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Pedagogía del juego, ecopsicología y educación antirracista en contexto quilombola: análisis de una acción de extensión universitaria
    • Game-based pedagogy, ecopsychology, and anti-racist education in a quilombola context: analysis of a university extension initiative
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este estudio analiza una práctica extensionista desarrollada en una comunidad quilombola, articulando pedagogía del juego, ecopsicología y educación antirracista. Se trata de una investigación cualitativa, de carácter exploratorio, basada en observación participante, diarios de campo y ruedas de conversación con niños y estudiantes de formación docente. La intervención consistió en actividades lúdicas territorializadas, mediadas por miembros de la comunidad, con foco en la valorización de la ancestralidad y en la relación con el entorno. Los resultados sugieren indicios de fortalecimiento del sentido de pertenencia identitaria, ampliación de la sensibilidad ecológica y desplazamientos en la formación docente, interpretados a partir de registros empíricos y de las voces de los participantes. No obstante, dichos efectos se muestran condicionados por el carácter situado de la experiencia, la presencia de mediadores culturales legitimados y la ausencia de seguimiento longitudinal, lo que limita su generalización. El estudio contribuye a explicitar condiciones de posibilidad para prácticas educativas que integren ludicidad, territorio e identidad de forma no instrumental, así como a problematizar la noción de replicabilidad en contextos educativos diversos. Como implicación, se sugiere que las acciones extensionistas con fuerte inserción comunitaria pueden operar como dispositivos formativos, siempre que estén acompañadas de procesos reflexivos sistemáticos.

    • English

      That communication analyzes the potential of play as a pedagogical tool for strengthening ethno-racial identity and promoting reconnection with nature in non-formal education contexts. Based on the experience of the extension action "Roots that play: ecopsychology and quilombola childhood cultures," carried out in Quilombo do Cedro in Goiás, Brazil, we investigate how guided and directed play strategies can foster playful learning processes and integral development. Theoretically grounded in Ecopsychology, Education for Ethno-Racial Relations according to Law No. 10.639/03, and studies on the pedagogy of play, the work details the design and application of playful experiences that integrate traditional Afro-Brazilian and Mozambican games, dances, and artistic expressions. The methodology, qualitative in nature and based on action research, involves children from the community, university students, and educators. The expected results point to the strengthening of community belonging, the appreciation of Black culture, and the construction of an affective bond with the territory. We conclude that the playful approach, when intentionally planned, constitutes a powerful form of lifelong learning, capable of creatively and innovatively promoting the integration of body, mind, culture, and environment.

    • português

      A ação de extensão curricularizável (AEC) Raízes que brincam foi desenvolvida no Quilombo do Cedro, articulando pedagogia do jogo, ecopsicologia e educação antirracista. Trata-se de uma pesquisa qualitativa de caráter exploratório, fundamentada em observação participante, diários de campo e rodas de conversa com crianças e estudantes de licenciatura. A intervenção envolveu 35 crianças quilombolas, 30 estudantes de uma universidade federal brasileira e membros adultos da comunidade. As atividades incluíram jogos guiados e dirigidos, dança moçambicana A Matwe T'we em língua Changana, mandalas naturais com materiais do Cerrado, caminhadas meditativas e rituais coletivos. Os resultados sugerem indícios de fortalecimento do pertencimento identitário, ampliação da sensibilidade ecológica e desenvolvimento de competências interculturais. Esses achados, contudo, estão condicionados ao caráter situado da experiência e à ausência de acompanhamento longitudinal. O estudo contribui ao evidenciar condições de possibilidade para práticas educativas que integrem ludicidade, ancestralidade e território em contextos comunitários, com potencial de inspirar adaptações em outros contextos educacionais comprometidos com a superação do racismo estrutural.

       


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