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Esquematicidade e emulação: refinando os conceitos de esquema de imagem e de metáfora primária a partir da abordagem ecológica de cognição e linguagem

    1. [1] Universidade Federal do Rio Grande do Norte

      Universidade Federal do Rio Grande do Norte

      Brasil

    2. [2] Universidade Potiguar

      Universidade Potiguar

      Brasil

  • Localización: Revista (Con)Textos Linguísticos, ISSN-e 1982-291X, ISSN 2317-3475, Vol. 14, Nº. 29, 2020 (Ejemplar dedicado a: Revista (Con)Textos Linguísticos), págs. 188-207
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Schemacity and emulation: refining the definition of image schema through the ecological approach to language and cognition
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      One of the basilar concepts in Cognitive Linguistics’ bibliography is that of the image schema (see LAKOFF, 1987; JOHNSON, 1987; TURNER, 1991; GIBBS; COLSTON, 1995; etc.). Having faced an almost discordant variety of definitions for the schemas, Grady proposes a theoretical refinement. With the same objective, this paper proposes a refined definition, which can be based on the ecological approach to language and cognition (DUQUE, 2016, 2017, 2018). Hence, the schemas are to be characterized as mechanisms which emerge from a symbiotic organism-environment relation. Thus, we present schemacity and schematisation as new theoretical models for approaching the schemas. Furthermore, our refinement inevitably crosses the way of the concept of the primary metaphor. Therefore, through the hypothesis of emulation (DUQUE, 2016), we discuss the primary metaphor DIFFICULTY IS HEAVINESS, by presenting a more dynamic approach, which entails a direct relation between this metaphor and the process of schematization. We also discuss briefly the relation between emulation and our neural circuitry, by considering the studies of the ecological psychology (GOLONKA; WILSON, 2016) and the Neural Theory of Metaphor (see LAKOFF, 2008).

    • português

      Um dos conceitos basilares da Linguística Cognitiva é o de esquema de imagem (ver LAKOFF, 1987; JOHNSON, 1987; TURNER, 1991; GIBBS; COLSTON, 1995; etc.). Frente a uma variedade quase discordante de definições para os esquemas de imagem, Grady (2005) propõe um refinamento teórico. Com o mesmo objetivo, este trabalho propõe uma definição refinada que, à luz da abordagem ecológica de cognição e linguagem (DUQUE, 2016, 2017, 2018), caracterize os esquemas como emergentes de uma relação simbiótica entre organismo e ambiente. Apresentamos os conceitos de esquematização e de esquematicidade como novos modelos para tratar dos esquemas dentro da nossa abordagem. Além disso, o nosso refinamento inevitavelmente esbarra no conceito de metáfora primária. Assim, através da hipótese da emulação (DUQUE, 2016), abordamos a metáfora primária DIFICULDADE É PESO de uma forma mais dinâmica, ao relacioná-la ao processo de esquematização. A partir da psicologia ecológica (GOLONKA; WILSON, 2016) e da Teoria Neural da Metáfora (LAKOFF, 2008), apresentamos também possíveis correlações desses processos à formação de circuitos neurais.


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