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O alinhamento relacional e o mapeamento de sequências consonantais heterossilábicas no português brasileiro

    1. [1] Universidade Federal de Santa Maria

      Universidade Federal de Santa Maria

      Brasil

  • Localización: Revista (Con)Textos Linguísticos, ISSN-e 1982-291X, ISSN 2317-3475, Vol. 5, Nº. 5, 2011 (Ejemplar dedicado a: Revista (Con) Textos Linguísticos), págs. 174-193
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Gouskova (2004), in the framework of Optimality Theory proposes a constraint schemata called Relational Alignment in order to evaluate the harmony of consonantal clusters in syllabic contact in terms of sonority distance between segments (*DISTANCE). In this study, we analyze the mapping of this type of clusters in Portuguese. For that, we use the following scale: non-sibilant obstruents with a sonority degree equals to 0, sibilant obstruents 1, nasals 2, liquids 3, glides 4 and vowels 5. Thus, consonantal clusters are faithful when there is decreasing sonority distance, for example, [r.t] parte(-3), [n.t] santo(-2), [s.p] caspa(-1); and unfaithful when there is sonority plateau or increasing sonority, for instance, [p.t] apto(0), [p.s] opção(1) and [t.m] ritmo(2), vowel epenthesis occurs in these cases: ap[i]to,op[i]ção, rit[i]mo. In earlier work (KELLER, 2010), we have found that the interaction among *DISTANCE and Faithfulness and Markedness constraints is responsible for the faithful mapping of tautosyllabic clusters sucha s "tr" trave and "pl" pluma and for the occurrence of vowel epenthesis (p[i]neu, g[i]nomo). However, this study indicates that the interaction of these constraints is not sufficient to examine the mapping of heterosyllabic clusters.

    • português

      Gouskova (2004), no âmbito da Teoria da Otimidade, propõe um mecanismo de formulação de restrições denominado Alinhamento Relacional a fim de avaliar a harmonia de combinações de consoantes em contato silábico em termos de distância de sonoridade entre os segmentos (*DISTANCE). Neste trabalho, analisamos o mapeamento desse tipo de encontro consonantal em português. Para tanto, adotamos a seguinte escala: obstruintes não-sibilantes têm grau de soância 0, obstruintes sibilantes 1, nasais 2, líquidas 3, glides 4 e vogais 5. Dessa forma, sequências consonantais heterossilábicas são fieis quando apresentam distância de sonoridade decrescente, por exemplo, [r.t] parte (-3), [n.t] santo (-2), [s.p] caspa (-1); são infieis quando há plateau ou sonoridade crescente, por exemplo, [p.t] apto (0), [p.s] opção (+1) e [t.m] ritmo (+2), nesses casos ocorre epêntese vocálica: ap[i]to,op[i]ção, rit[i]mo. Em trabalho anterior (KELLER, 2010), verificamos que a interação entre as restrições *DISTANCE e restrições de marcação e fidelidade dá conta da emergência de sequências consonantais tautossilábicas fieis ao input, tais como, “tr” (trave) e “pl” (pluma) e da ocorrência de epêntese vocálica (p[i]neu, g[i]nomo). No entanto, este estudo indica que a interação apenas dessas restrições não é suficiente para analisar o mapeamento dos encontros heterossilábicos em português.


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