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Estratégias acústico-articulatórias empregadas por anglofalantes na pronúncia da fricativa glotal no português brasileiro

    1. [1] Universidade Federal da Paraíba

      Universidade Federal da Paraíba

      Brasil

  • Localización: Revista (Con)Textos Linguísticos, ISSN-e 1982-291X, ISSN 2317-3475, Vol. 5, Nº. 5, 2011 (Ejemplar dedicado a: Revista (Con) Textos Linguísticos), págs. 57-75
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Some phonemes are not the same in two different languages. The acquisition of the articulatory gestures used in their phonetic realization is a decisive factor in establishing the oral fluency level of the learner of a second language. In order to perform those gestures in an appropriate way, some strategies can be used, leading to the appropriate acoustic-articulatory control. This paper focuses on some strategies used by English-speaking learners of Brazilian Portuguese in pronouncing the voiceless glottal fricative consonant [η], both in syllabic onset and coda positions. The most productive strategies were the use of an alveolar approximant consonant; the phonetic zero (total, with lengthened nuclear vowel, or its rhoticity); a diphthong with a schwa; the use of the alveolar tap (followed or not by an epenthetic vowel).

    • português

      A aquisição dos gestos articulatórios necessários à realização dos fonemas de uma língua estrangeira que não integram o quadro fonêmico da língua materna do aprendiz mostra-se como fator decisivo no estabelecimento do seu nível de fluência oral. Para realizar esses gestos de forma apropriada, poderão ser empregadas estratégias acústico-articulatórias específicas. Este artigo focaliza algumas das utilizadas por aprendizes anglofalantes do português brasileiro para a pronúncia da consoante fricativa glotal surda [h], tanto em posição de ataque como em posição de coda silábica. As estratégias mais produtivas foram o uso de uma consoante aproximante alveolar; o apagamento fonético (total, com alongamento, ou com roticização da vogal nuclear); a ditongação com uma vogal schwa; o uso do tap alveolar (seguido ou não por vogal epentética).


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