México
Este artículo explora la relación entre ciudad e imagen desde una perspectiva crítica, asumiendo la complejidad como marco operativo. Se plantea que la imagen de la ciudad constituye un tejido de prácticas de creación, representación e interpretación donde el sentido se configura en interacción con contextos históricos, culturales, tecnológicos y políticos. Se propone la transretórica como noción articuladora que, mediante metáboles icónicos, metasememas y metalogismos, propuestos por el Grupo Mu (2010), enlaza los recursos de lo visual (forma, color, textura, composición, tipografía, sonido, movimiento y dimensionalidad) con operaciones semiótico-discursivas propuestas por Haidar (2006). Se recuperan, en clave revisada, metáforas urbanas usadas por Kevin Lynch (2015), recorridos, barrios y bordes, para comprender cómo a través de la imagen, estudiada desde dichos aspectos, se construye la ciudad y cómo esas operaciones de manera recursiva construyen la urbe a quien en ella habita.
This article explores the relationship between city and image from a critical perspective, adopting complexity as its operational framework. It posits that the image of the city constitutes a fabric of practices of creation, representation, and interpretation, where meaning is configured through interaction with historical, cultural, technological, and political contexts. The concept of transrhetoric is proposed as an articulating notion that, through iconic metaboles, metasememes, and metalogisms as proposed by the Mu Group (2010), links visual resources (form, color, texture, composition, typography, sound, movement, and dimensionality) with the semiotic-discursive operations formulated by Haidar (2006). Reinterpreting the urban metaphors used by Kevin Lynch (2015)—such as paths, districts, and edges—this study seeks to understand how the city is constructed through the image analyzed under these aspects, and how these operations recursively build the urban space and those who inhabit it.
Este artigo explora a relação entre cidade e imagem a partir de uma perspectiva crítica, adotando a complexidade como estrutura operacional. Defende-se que a imagem da cidade constitui um tecido de práticas de criação, representação e interpretação, nas quais o sentido se configura em interação com contextos históricos, culturais, tecnológicos e políticos. Propõe-se a trans-retórica como noção articuladora que, por meio de metáboles icônicos, metasememas e metalogismos, propostos pelo Grupo Mu (2010), conecta os recursos do visual (forma, cor, textura, composição, tipografia, som, movimento e dimensionalidade) com as operações semiótico-discursivas formuladas por Haidar (2006). Recuperam-se, em chave revisada, as metáforas urbanas utilizadas por Kevin Lynch (2015) — percursos, bairros e limites — para compreender como, através da imagem estudada a partir desses aspectos, constrói-se a cidade e como essas operações, de maneira recursiva, constroem a urbe e aqueles que nela habitam.
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