Uruguay
Ante la inminente aprobación de una ley de educación emocional y la evidente ausencia de problematización y debate, proponemos una reflexión crítica en torno a algunos de los argumentos que fundamentan la incorporación de las emociones en la agenda pedagógica de Uruguay. Con este trabajo, presentamos un aporte a la revisión crítica del movimiento pedagógico y político que propone la inclusión de la educación emocional en el sistema educativo nacional, el cual ha cobrado fuerza en una coyuntura particular de reforma educativa. Para ello, se analizan la versión taquigráfica de la Comisión de Educación y Cultura del Senado para la presentación del Anteproyecto de Ley de Educación Emocional, así como el propio Proyecto de Ley de Educación Emocional y la exposición de motivos correspondiente a la 10.ª sesión ordinaria de la Cámara de Senadores, celebrada el 15 de mayo de 2024.
In light of the imminent approval of an emotional education law and the evident lack of critical discussion and debate, we offer a reflective critique of several key arguments that support the inclusion of emotions in Uruguay’s educational agenda. This work contributes to a critical review of the pedagogical and political movement advocating for the incorporation of emotional education into the national education system, a proposal gaining traction amid a specific context of educational reform. To this end, we analyse the verbatim record of the Senate’s Committee on Education and Culture during the presentation of the Draft Law on Emotional Education, as well as the Draft Law itself and its explanatory memorandum presented at the 10th ordinary session of the Senate held on 15 May 2024.
Diante da iminente aprovação de uma lei de educação emocional e da evidente ausência de problematização e debate público, propomos uma reflexão crítica sobre alguns dos argumentos que fundamentam a incorporação das emoções na agenda pedagógica do Uruguai. Este trabalho representa uma contribuição para a revisão crítica do movimento pedagógico e político que defende a inclusão da educação emocional no sistema educacional nacional, proposta que tem ganhado força em uma conjuntura específica de reforma educacional. Para isso, são analisadas a versão taquigráfica da Comissão de Educação e Cultura do Senado durante a apresentação do Anteprojeto de Lei de Educação Emocional, bem como o próprio Projeto de Lei e sua exposição de motivos apresentada na 10.ª sessão ordinária do Senado, realizada em 15 de maio de 2024.
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