This study presents some criteria to spell Bantu toponyms in Brazilian Portuguese following the language lending phenomenon. We understand that toponyms are lexical and therefore they should obey the target language spelling rules as much as possible. To achieve this purpose, we conducted a documentary and field research using focus groups to validate the collected information. From a spelling point of view, the collected data show that there are some divergences in the writing form of Bantu toponyms. Thus, we proposed some criteria for their standardization, avoiding the multiple spellings observed.
O presente trabalho procurou apresentar determinados critérios pelos quais se deve reger o registo dos topônimos de origem bantu na língua portuguesa, à luz do fenômeno do empréstimo linguístico. Entende-se que os topônimos são unidades lexicais como as demais, pelo que, sempre que possível, devem obedecer às regras de grafia da língua-alvo. Para isso, desenvolveu-se uma pesquisa documental e de campo, recorrendo-se à técnica de focus group para validação da informação recolhida. Do ponto de vista da escrita, os dados recolhidos demonstram que há divergências na forma gráfica dos topônimos de origem bantu. Desse modo, propuseram-se determinados princípios para a sua uniformização, evitando-se as múltiplas grafias que se observam.
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