Brasil
Este trabajo es parte de un estudio más amplio, guiado por el primero autor, involucrado con la vida-profesión de una maestra rural/campo, el segunda autora; es decir: una investigación (Auto)Biográfica que tiene los siguientes objetivos: reflexionar, a partir del relato de vida-profesional de una maestra rural/de campo, sobre la Educación Rural; y analizar los hechos narrados con atención a los aspectos de la interioridad/exterioridad de un docente en formación profesional. De esta inmersión se llegaron a los siguientes hallazgos: 1) la familia como lugar de identidad (igualdad y diferencia), comunidad cultivada en sí misma, en nosotros y en el mundo exterior, articulando vida, trabajo, sustento y aprendizaje; 2) la experiencia del docente (investigador y objeto de la investigación) como estudiante en una clase multigrado en una escuela rural; 3) la necesidad de continuar la formación escolar en materia de tránsito rural-urbano; 4) la ausencia del contexto rural en la educación básica y en la formación docente; 5) la persistente ausencia y rechazo de la Educación Rural, incluso en los documentos escolares oficiales; 6º) la naturalización de la práctica pedagógica urbano-céntrica en las escuelas rurales/campesinas y 7º) la demanda de reconocer, en la práctica pedagógica y política de las escuelas, los aspectos culturales e identitarios de las comunidades rurales/campesinas, destacando las dimensiones sociohistóricas de los saberes de los estudiantes y sus familias.
O presente trabalho é parte de um estudo maior, orientado pelo primeiro autor, implicado com a vida-profissão de uma professora do campo/roça, a segunda autora; quer dizer: uma pesquisa (Auto)Biográfica que tem os seguintes objetivos: refletir, a partir do relato de vida-profissão de uma professora do campo/roça, sobre a Educação do Campo; e analisar os fatos narrados com atenção aos aspectos da interioridade/exterioridade de uma professora em formação-profissional. Dessa imersão, chegou-se aos seguintes achados: 1º) a família como o lugar da identidade (igualdade e diferença), uma comunidade cultivada dentro de-si, de-nós e no mundo-lá-fora, articulando a vida, o trabalho, o sustento e as aprendizagens; 2º) a experiência da professora (pesquisadora e objeto da pesquisa) como estudante de classe multisseriada na escola da roça; 3º) a necessidade de continuar a formação escolar no trânsito roça-cidade; 4º) a ausência do contexto campo/roça na educação básica e na formação como docente; 5º) a persistente ausência e rejeição da/à Educação do Campo/roça, inclusive, nos documentos oficiais das escolas; 6º) a naturalização da prática pedagógica urbano-cêntrica em escolas do campo/roça e 7º) a demanda em reconhecer, na prática pedagógica e política das escolas, os aspectos culturais e identitários das comunidades do campo/roça, ressaltando as dimensões sócio-históricas dos saberes das(os) alunas(os) e suas famílias.
This work is part of a larger study, led by the first author, involved with the life-profession of a rural teacher, the second author; that is to say, an (Auto)Biographical research that has the following objectives: to reflect, based on the life-profession account of a rural teacher, on rural education and to analyze the facts narrated with attention to aspects of the interiority/exteriority of a teacher in professional training. The following findings emerged from this immersion: First, the family as the place of identity (equality and difference), a community cultivated within itself, within us, and in the world-outside, articulating life, work, sustenance and learning; Second, the experience of the teacher (both a researcher and the object of the research) as a student in a multigrade class in a school in a rural area; Third, the need to continue schooling in the countryside-city transit; Fourth, the absence of the rural context in basic education and in teacher training; Fifth, the persistent absence and rejection of/to rural education, including in official school documents; Sixth, the naturalization of urban-centric pedagogical practice in rural schools; And seventh, the demand to recognize, in the pedagogical and political practice of schools, the cultural and identity aspects of rural communities, highlighting the socio-historical dimensions of the knowledge of students and their families.
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