Brasil
Este trabajo consiste en aplicar una pregunta a estudiantes universitarios que ingresan a la carrera de Biología, realizada durante la primera clase de un curso de introducción a la Física, impartido de forma remota debido a la pandemia. La pregunta era qué sería posible hacer para ver más del propio cuerpo en un espejo plano. Aproximadamente el 90% de los estudiantes respondió que esto sería posible al avanzar o retroceder, replicando un resultado histórico obtenido en una encuesta a más de 400 estudiantes. Luego de realizar actividades para una mejor comprensión del tema, se aplicó un instrumento de autoevaluación en el que los estudiantes explicaron el origen de sus respuestas iniciales y describieron su comprensión final. Del análisis de contenido de los datos llevó a la creación de categorías iniciales y finales para las explicaciones, así como una matriz de transición de las comprensiones observadas. Las autoevaluaciones revelaron una diversidad de interpretaciones de la situación, algunas de las cuales estaban en línea con resultados de investigaciones anteriores. Después de las actividades, casi la mitad de los estudiantes avanzó hacia la respuesta correcta, aunque varios aún mostraron desconfianza en la respuesta correcta. Al final se enumeran las implicaciones para la enseñanza de la óptica geométrica.
This work involves applying a question to undergraduate students from biology program conducted during the first class of an introductory Physics course, taught remotely due to the pandemic. The question asked what it would be possible to do to see more of one's own body in a plane mirror. Approximately 90% of students responded that this would be possible when moving forward or backward, replicating a historical result obtained in more than 400 students. After conducting activities aimed at better understanding the topic, a self-assessment instrument was applied in which students explained the origin of their initial answers and described their final understanding. Data content analysis resulted in the creation of initial and final categories for explanations, as well as a transition matrix of observed understandings. Self-assessments revealed a diversity of interpretations of the situation, some of which were in line with previous research results. After the activities, almost half of the students moved towards the correct answer, although several still showed distrust of the result. At the end, implications for the teaching of geometric optics are listed.
Este trabalho envolve a aplicação de uma questão a estudantes universitários ingressantes no curso de Biologia, realizada durante a primeira aula de uma disciplina introdutória de Física, ministrada de forma remota devido à pandemia. A questão perguntava o que seria possível fazer para ver uma maior parte do próprio corpo em um espelho plano. Aproximadamente 90% dos estudantes responderam que isso seria possível ao se deslocar para frente ou para trás, replicando um resultado histórico obtido em um levantamento com mais de 400 estudantes. Após a realização de atividades voltadas para uma melhor compreensão do tema, foi aplicado um instrumento de autoavaliação no qual os estudantes explicaram a origem de suas respostas iniciais e descreveram sua compreensão final. A análise de conteúdo dos dados resultou na criação de categorias iniciais e finais para as explicações, assim como em uma matriz de transição das compreensões observadas. As autoavaliações revelaram uma diversidade das interpretações da situação, algumas das quais em consonância com resultados de pesquisas anteriores. Após as atividades, quase metade dos estudantes avançou em direção à resposta correta, embora vários ainda demonstrassem desconfiança do resultado. Ao final, são elencadas implicações para o ensino de óptica geométrica.
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