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¿Schopenhauer como educador o la Inteligencia artificial como educadora?: La filosofía de la educación en el contexto de las inteligencias artificiales.

  • Autores: Christian Guillermo Gómez Vargas
  • Localización: IXTLI: Revista Latinoamericana de Filosofía de la Educación, ISSN-e 2408-4751, Vol. 12, Nº. 24, 2025, págs. 194-210
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Schopenhauer or artificial intelligence as the educator?: The philosophy of education within the context of artificial intelligences.
    • Schopenhauer como educador ou a inteligência artificial como educadora?: A filosofia da educação no contexto das inteligências artificiais.
  • Texto completo no disponible (Saber más ...)
  • Resumen
    • español

      Este texto examina la irrupción de la inteligencia artificial (IA) en la educación desde una perspectiva filosófica crítica, articulando tensiones y posibilidades que implica el uso de semejante tecnología, entre la potencial emancipación y la alienación de la formación humana. Inspirándonos principalmente en el texto de Nietzsche, Schopenhauer como educador, se problematiza el impacto de las tecnologías inteligentes sobre las facultades cognitivas y subjetivas, alertando sobre la posible reducción del educando a devenir un autómata sometido a lógicas de poder y capital que instrumentalizan el auténtico saber.

      Empero, la IA no es concebida exclusivamente como una amenaza, posibilidad de enajenación frente al empleo de mecanismos que pueden alienar la subjetividad; sino su potencial estriba en devenir un phármakon —medicina y veneno—, puesto que se invita a repensar un uso virtuoso, como un complemento de la inteligencia humana, posibilitando una inteligencia aumentada, mediante dichos instrumentos, que estimule la creatividad, la reflexión crítica y la autonomía del sujeto. El análisis enfatiza la necesidad de una filosofía de la educación que asuma el reto ético y pedagógico de reconceptualizar el papel del docente y replantear la formación en un contexto marcado por la automatización. Así, el texto propone una reflexión sobre la función emancipadora de la educación filosófica frente a las tensiones epistemológicas, éticas y sociales que impone la convergencia entre tecnología, saber, autonomía y poder en la era digital.

    • English

      This text examines the irruption of artificial intelligence (AI) in education from a critical, philosophical perspective, articulating tensions and possibilities implied by the usage of such technology, between the potential emancipation and alienation of human formation. We take the main inspiration from Nietzsche´s text “Schopenhauer as an educator”, the impact of intelligent technologies on cognitive and subjective faculties is problematized, warning about the possible reduction of the learner into becoming an automaton submitted to the logics of power and capital that instrumentalize authentic knowledge. However, AI is not conceived exclusively as a threat, a possibility of alienation faced with the use of mechanisms that can alienate subjectivity; on the contrary, its potential lies in becoming a phármakon -medicine and poison-, given that it invites to rethink a virtuous usage, as a complement to human intelligence, enabling an augmented intelligence, through these instruments, that enhances creativity, critical reflection and autonomy of the subject. The analysis emphasizes the need for a philosophy of education that assumes the ethical and pedagogical challenge of reconceptualizing the role of the teacher and reimagining formation in a context marked by automation. Therefore, this article proposes a reflection on the emancipatory function of philosophical education in the face of epistemological, ethical, and social tensions imposed by the convergence between technology, wisdom, autonomy, and power in the digital era.

    • português

      Este texto examina a irrupção da inteligência artificial (IA) na educação a partir de uma perspetiva filosófica crítica, articulando tensões e possibilidades implicadas pelo uso de tal tecnologia, entre a potencial emancipação e alienação da formação humana. Apoiando-se sobretudo no texto de Nietzsche, Schopenhauer como educador, problematiza-se o impacto das tecnologias inteligentes sobre as faculdades cognitivas e subjectivas, alertando para a possível redução do aprendente a um autómato submetido a lógicas de poder e de capital que instrumentalizam o conhecimento autêntico. No entanto, a IA não é concebida exclusivamente como uma ameaça, uma possibilidade de alienação através da utilização de mecanismos que podem alienar a subjetividade; pelo contrário, o seu potencial reside em tornar-se um phármakon - remédio e veneno - pois convida-nos a repensar o seu uso virtuoso, como complemento da inteligência humana, possibilitando uma inteligência acrescida, através destes instrumentos, que estimule a criatividade, a reflexão crítica e a autonomia do sujeito. A análise sublinha a necessidade de uma filosofia da educação que assuma o desafio ético e pedagógico de reconceptualizar o papel do professor e repensar a formação num contexto marcado pela automatização. Assim, o texto propõe uma reflexão sobre a função emancipatória da educação filosófica face às tensões epistemológicas, éticas e sociais impostas pela convergência da tecnologia, do conhecimento, da autonomia e do poder na era digital.


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