La educación en el campo de la salud pública, biomédica y tradicional, limita el carácter libertario y autonómico de una formación crítico-dialógica. Objetivo: comprender las prácticas pedagógicas y la construcción de sujetos críticos en los escenarios formativos de La Mesa por la Salud y la Seguridad Social de Antioquia durante los años 2011 y 2018 en Medellín, Colombia. Metodología: etnografía crítica. Resultados: el hacer común a través del proceder dialógico como método relacional que dio forma a una praxis pedagógica prefigurativa, praxis de sí y praxis social; el hacer de lo diferente un lugar común a todos(as) como vector agonístico del movimiento popular por la salud; la configuración multidimensional de subjetividades críticas de carácter pedagógico, ético, político y espiritual en el ámbito de lo pedagógico-crítico; y el reconocimiento de la praxis como condición de formabilidad que dio apertura a un concepto propio de formación. Conclusiones: la formación crítica, en tanto forma particular de prefigurar, concreta la dialéctica formación-transformación (praxis de sí-praxis social) en una praxis pedagógica prefigurativa que anticipa en el presente educativo el futuro deseado. La educación en el campo de la salud pública requiere procesos de formación crítica que potencien praxis pedagógicas prefigurativas que subviertan la relación pedagógica dominante como posibilidad de instituir relaciones dialógicas que, desde la agonía de lo diferente, propicien escenarios pedagógicos críticos proclives a la construcción de una vida saludable (armónica, autónoma y digna) y de mayores niveles de justicia sociosanitaria.
A educação nos campos da saúde pública, biomédica e tradicional frequentemente limita o potencial libertário e autonômico de uma formação crítico-dialógica. Objetivo: compreender as práticas pedagógicas e a construção de subjetividades críticas nos processos formativos da Mesa pela Saúde e Segurança Social de Antioquia (Medellín, Colômbia) entre 2011 e 2018. Metodologia: etnografia crítica. Resultados: a ação coletiva, por meio do proceder dialógico como método relacional, deu forma a uma práxis pedagógica prefigurativa — uma práxis de si e uma práxis social. O fazer do diferente um lugar comum configurou-se como vetor agônico do movimento popular pela saúde. No campo da pedagogia crítica, formaram-se subjetividades críticas com dimensões pedagógicas, éticas, políticas e espirituais. A práxis, como condição de formabilidade, deu origem a um conceito próprio de formação. Conclusões: a formação crítica, entendida como uma forma particular de prefiguração, concretiza a dialética formação-transformação (práxis de si - práxis social) em uma práxis pedagógica prefigurativa que antecipa, no presente educativo, o futuro desejado. A educação no campo da saúde pública exige processos de formação crítica que potencializem práticas pedagógicas prefigurativas, capazes de subverter a relação pedagógica dominante e instituir relações dialógicas que, a partir da agonia da diferença, favoreçam cenários pedagógicos críticos orientados à construção de uma vida saudável (harmônica, autônoma e digna) e a maiores níveis de justiça sociossanitária.
Education in the field of public health, biomedical and traditional, limits the libertarian and autonomous character of a critical-dialogical formation. Objective: to understand the pedagogical practices and the construction of critical subjects in the formative scenarios of La Mesa por la Salud y la Seguridad Social de Antioquia during the years 2011 and 2018 in Medellín, Colombia. Methodology: critical ethnography. Results: the common doing through the dialogic proceeding as a relational method that gave shape to a prefigurative pedagogical praxis, praxis of self and social praxis; the making of the different a place common to all as an agonistic vector of the popular movement for health; the multidimensional configuration of critical subjectivities of pedagogical, ethical, political and spiritual character in the field of the pedagogical-critical; and the recognition of praxis as a condition of formability that gave opening to an own concept of formation.
Conclusions: critical formation, as a particular form of prefiguration, concretizes the formation-transformation dialectic (praxis of the self - social praxis) in a prefigurative pedagogical praxis that anticipates the desired future in the educational present. Education in the field of public health requires critical training processes that enhance prefigurative pedagogical praxis that subvert the dominant pedagogical relationship as a possibility of instituting dialogical relationships that, from the agony of the different, promote critical pedagogical scenarios conducive to the construction of a healthy life (harmonious, autonomous and dignified) and higher levels of social and health justice.
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