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Early literacy, literacy, and families: a theme in three times

  • Autores: Isable Cristina Alves da Silva Frade, Ana Paula Pedersoli Pereira
  • Localización: Educaçao e Pesquisa: Revista da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, ISSN-e 1678-4634, Vol. 51, Nº. 1, 2025
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Alfabetização, letramento e famílias: um tema em três tempos
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This article seeks to understand how society creates expectations for families to participate in their children’s early literacy and literacy processes in three historical moments. We developed a document analysis in advertisements, printed materials, and frequency maps for the first period (end of the 19th and early 20th century). We can perceive that the expectation of using abecedários in the household comes from an inherited cultural capital regarding writing, close to the economic capital. However, popular ABCs are also present. We used data from empirical research on early literacy in the domestic space in the rural area of Minas Gerais for the second period (1950s, 1960s, and 1970s). The experiences of domestic early literacy reveal family investments, and we can identify intersections between family, social, and school literacy practices using account books, leaflets, prayers, letters, and school and literature books. In the third period (21st century), we analyze the documents of the Brazilian federal program Conta pra mim using the idea, disseminated in several studies, that nowadays, writing permeates children’s experiences from an early age due to a social process beyond school. Nonetheless, we conclude that the expectation that early literacy knowledge would be developed in the household is idealized when considering the inequality of literacy distribution and the differences in language use by underprivileged groups.

    • português

      Este artigo visa compreender, em três momentos históricos diferentes, como a sociedade cria expectativas de que as famílias possam participar do processo de alfabetização e letramento de seus filhos. No primeiro período (final do século XIX e início do século XX) é desenvolvida uma análise documental em fontes como publicidade, materiais impressos e mapas de frequência. Constata-se que a expectativa de uso de abecedários no espaço doméstico traz a herança de capital cultural herdado, em relação à escrita, que não se distancia do capital econômico, embora não se descarte o uso de abecedários populares. Para o segundo período (anos 50, 60 e 70 do século XX) são utilizados dados de pesquisa empírica sobre alfabetização no espaço doméstico, na zona rural de Minas Gerais. Neste período é demonstrado que as experiências de alfabetização doméstica revelam investimento das famílias e são identificados cruzamentos entre práticas de letramento familiar, social e escolar a partir do uso de livros de contas, folhinhas, orações, livros escolares, literatura, cartas. No terceiro período (século XXI) são analisados documentos do Programa federal Conta prá mim e trabalha-se com a ideia, disseminada em vários estudos, de que, na contemporaneidade, a escrita permeia as experiências das crianças desde muito novas, fruto de um processo social que extrapola a escola. No entanto, conclui-se que a expectativa de que os conhecimentos de alfabetização sejam desenvolvidos no espaço doméstico é idealizada, se não forem consideradas as desigualdades na distribuição da alfabetização e diferenças no uso da linguagem por camadas populares.


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