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Confluências afropindorâmicas: currículos e didáticas insurgentes na educação

  • Autores: Allan Rodrigues, Carolina Miranda de Oliveira, Luís Paulo Cruz Borges, Rafael Ferreira de Souza Honorato
  • Localización: ODEERE, ISSN-e 2525-4715, Vol. 10, Nº. 1, 2025 (Ejemplar dedicado a: Confluencias Afropindorámicas: currículos y didácticas insurgentes en la educación), págs. 1-14
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Afropindoramic confluences: insurgent curricula and didactics in education
    • Confluencias afropindorámicas: currículos y didácticas insurgentes en educación
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este dossier tiene como objetivo posibilitar un encuentro de confluencias afropindorámicas con estudios e investigaciones sobre las relaciones étnico-raciales en el campo de la Educación. Deseamos que el dossier sea “[...] una fuerza que rinde, aumenta, que amplía” (Nêgo Bispo, 2023, p. 15) nuestros saberes sobre/con el mundo, asumiendo perspectivas no eurocéntricas y descolonizadoras. Partimos de la idea afropindorámica de Nêgo Bispo (2023), comprendiendo una epistemología que emerge de/con los pueblos de las circularidades: quilombolas, indígenas y negros. Ampliamos esta comprensión a los pueblos de los terreiros, los gitanos, los ribereños, es decir, a quienes están en los márgenes. Entendemos que es necesario reflexionar sobre las lentes que normativizan para “mirar los currículos” y “las didácticas”. Pues, otras formas de leer los currículos y las didácticas emergen de manera compleja y productiva con saberes que se entrelazan y nutren cuerpos, modos de ver, comprender, leer y pensarse, más allá de las políticas del silenciamiento y de la normalización. Se trata de pensamientos que se lanzan allí donde hierven los movimientos ordinarios, experiencias múltiples, acciones inventivas, comprendiendo que hay comienzo, medio y comienzo. Finalmente, queremos reafirmar nuestro compromiso con las lecturas basadas en la centralidad afropindorámica de haceres-saberes diaspóricos con enfoques decoloniales.

    • English

      This dossier has enabled a gathering of Afro-Pindaric confluences with studies and research on ethnic-racial relations in the field of education. Our understanding stems from “[...] a force that yields, increases, and expands” (Nêgo Bispo, 2023, p. 15) our knowledge about/with the world, taking on non-Eurocentric and decolonizing perspectives. We also start from the Afro-Pindaric idea of Negô Bispo (2023), understanding an epistemology that emerges from/with the peoples of circularities: quilombolas, indigenous peoples, and Black people. We extend this understanding to the peoples of the terreiro, the gypsies, the riverine peoples, that is, those who are on the margins. We understand that it is necessary to reflect on the lenses that standardize the “curriculum” and “teaching methods.” There are many forms that emerge in complex and productive ways with practices and knowledge that intertwine and nourish bodies, ways of seeing, understanding, reading, and thinking, beyond the politics of silencing and normalization. These are thoughts that arise where ordinary movements, multiple experiences, and inventive actions thrive, understanding that there is a beginning, a middle, and a beginning. Finally, we want to reaffirm our commitment to readings based on the Afro-Pindoramic centrality of diasporic practices and knowledge with decolonial approaches.

    • português

      Este dossiê possibilitou um ajuntamento de confluências afropindorâmicas com estudos e pesquisas sobre as relações étnico-raciais no campo da Educação. Nosso entendimento parte de “[...] uma força que rende, aumenta, que amplia” (Nêgo Bispo, 2023, p. 15) nossos saberes sobre/com o mundo assumindo perspectivas não-eurocêntricas e descolonizadoras. Partimos, também, da ideia afropindorâmica de Negô Bispo (2023) compreendendo uma epistemologia que emerge dos/com os povos das circularidades: quilombolas, indígenas e negros. Ampliamos, essa compreensão para os povos de terreiro, os ciganos, os ribeirinhos, ou seja, os que estão à margem. Compreendemos que é necessário refletir sobre as lentes que normatizam para “olhar currículos” e “as didáticas”. Existem muitas formas que emergem de maneira complexa e produtiva com fazeres-saberes que se entrelaçam e nutrem corpos, modos de ver, compreender, ler e se pensar, para além das políticas do silenciamento e da normalização. Trata- se de pensamentos que se lançam onde fervilham os movimentos ordinários, experiências múltiplas, ações inventivas compreendendo que há começo, meio e começo. Por fim, queremos reafirmar, nosso compromisso com as leituras baseadas na centralidade afropindorâmica de fazeres-saberes diaspóricos com abordagens decoloniais.


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