Este artículo busca presentar reflexiones sobre una experiencia educativa de posgrado en el ámbito de la atención psicosocial, a partir de tres preguntas: ¿Qué existencias surgen y qué cuerpos cargamos al conjugar el verbo "aquilombar"? ¿Qué existencias surgen y qué cuerpos cargamos al reforzar o deconstruir la blanquitud? ¿Qué existencias surgen y qué cuerpos cargamos al producir y legitimar conocimiento decolonial/contracolonial? Estas preguntas surgen del desafío de establecer una práctica educativa decolonial antirracista. Las clases se convirtieron en una experiencia colectiva que se ha desarrollado durante un año y medio, y que incluye relaciones intergeneracionales, interraciales e interprofesionales, personal de primera línea de la salud y la educación, y oyentes. Quienes cargan con las marcas y los traumas del colonialismo y la colonialidad deben anclarse en experiencias de autodestrucción y autoreconstrucción. Esta es la práctica educativa más visceral a la que estamos condenados. La característica principal de una educación antirracista contracolonial/decolonial es aquella que forma y cultiva oyentes y oídos.
Esse trabalho pretende apresentar reflexões sobre uma experiência educacional na pós-graduação no campo da atenção psicossocial a partir de três questões: Quais existências se erguem e que corpos carregamos quando conjugamos o verbo aquilombar? Quais existências se erguem e que corpos carregamos quando reforçamos ou desconstruímos a branquitude? Quais existências se erguem e que corpos carregamos quando produzimos e legitimamos saberes decoloniais/contracoloniais? Essas questões surgem do desafio de constituir uma prática educacional decolonial antirracista. As aulas se transformaram numa experiência de coletivo que vem funcionando há um ano e meio, sua composição inclui relações intergeracionais, interraciais, interprofissionais, trabalhadores do “front” da saúde e da educação e ouvintes. Aquelas/es que trazem as marcas e traumas do colonialismo e da colonialidade têm que assentar-se em experiências de despedaçamentos e refazimentos de si. Essa é a mais visceral prática educacional à qual somos condenados. A principal característica de uma educação antirracista contracolonial/decolonial é aquela que forma e cultiva ouvintes e ouvidos.
This paper aims to present reflections on a postgraduate educational experience in the field of psychosocial care, based on three questions: What existences arise and what bodies do we carry when we conjugate the verb "aquilombar"? What existences arise and what bodies do we carry when we reinforce or deconstruct whiteness? What existences arise and what bodies do we carry when we produce and legitimize decolonial/countercolonial knowledge? These questions arise from the challenge of establishing an anti-racist decolonial educational practice. The classes became a collective experience that has been ongoing for a year and a half, its composition including intergenerational, interracial, and interprofessional relationships, health and education frontline workers, and listeners. Those who bear the marks and traumas of colonialism and coloniality must ground themselves in experiences of self-shattering and self-remaking. This is the most visceral educational practice to which we are condemned. The main characteristic of a countercolonial/decolonial antiracist education is one that forms and cultivates listeners and ears.
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