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Gênero, feminismo e direitos humanos em sala de aula: relato de uma experiência escolar

  • Autores: Aparecida Dias Terras Gomes
  • Localización: ODEERE, ISSN-e 2525-4715, Vol. 10, Nº. 1, 2025 (Ejemplar dedicado a: Confluencias Afropindorámicas: currículos y didácticas insurgentes en la educación), págs. 345-364
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Gender, feminism, and human rights in the classroom: a school experience report
    • Género, feminismo y derechos humanos en el aula: relato de una experiencia escolar
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este relato de experiencia tuvo como objetivo abordar cuestiones de género, feminismo y derechos humanos, utilizando el libro Malala, la niña que quería ir a la escuela, de Adriana Carranca (2018), con alumnos de 7º grado de la educación básica en una escuela pública. La historia de la activista paquistaní Malala Yousafzai sirvió como base para la lectura, el fichaje, la tertulia literaria, la producción de cartas motivacionales y los debates sobre igualdad de género, acceso a la educación y derechos humanos. La metodología adoptó un enfoque participativo, utilizando recursos visuales, como videos, para ampliar la comprensión y el compromiso de los estudiantes. El marco teórico se basó en las perspectivas de Spivak (2010) y hooks (2017, 2021), dialogando con teorías feministas y documentos internacionales. El estudio de esta obra fomentó reflexiones sobre la desigualdad de género y la educación equitativa, promoviendo la deconstrucción de estereotipos y el fortalecimiento de la conciencia crítica de los estudiantes. La experiencia también estimuló el protagonismo juvenil en la defensa de los derechos humanos y en la promoción de una cultura de paz, reforzando el papel de la educación en la construcción de una sociedad más justa e igualitaria.

       

    • English

      This experience report aimed to address issues related to gender, feminism, and human rights, using the book Malala, the girl who wanted to go to school, by Adriana Carranca as a study resource for 7th-grade students in a public school. Inspired by the story of Pakistani activist Malala Yousafzai, the initiative sought to promote reading, summarization, literary tertulia, the production of motivational letters, and debates on gender equality, access to education, and human rights advocacy. The applied methodology included a participatory approach, incorporating visual resources such as videos to enhance students' understanding and engagement. The theoretical framework was based on the post-critical theories of Spivak (2010) and hooks (2017, 2021), exploring feminist theories and international documents. This article highlights the significance of Malala’s story as an example of courage in the fight for gender equality and the right to education. The study of this work fostered reflections on gender inequality, feminism, and human rights, encouraging students to deconstruct stereotypes and value equitable education. The discussion inspired youth protagonism in promoting a culture of peace and equality, reinforcing the transformative role of education in building a more just society.

         

    • português

      Este relato de experiência teve como objetivo abordar questões de gênero, feminismo e direitos humanos, utilizando o livro Malala, a menina que queria ir para a escola, de Adriana Carranca (2018), com alunos do 7º ano do ensino fundamental em uma escola pública. A história da ativista paquistanesa Malala Yousafzai serviu como base para leitura, fichamento, tertúlia literária, produção de cartas motivacionais e discussões sobre igualdade de gênero, acesso à educação e dos direitos humanos. A metodologia adotou uma abordagem participativa, com o uso de recursos visuais, como vídeos, para ampliar a compreensão e o engajamento dos estudantes. O referencial teórico fundamentou-se nas perspectivas de Spivak (2010) e hooks (2017, 2021), dialogando com teorias feministas e documentos internacionais. O estudo dessa obra incentivou reflexões sobre desigualdade de gênero e educação equitativa, promovendo a desconstrução de estereótipos e o fortalecimento da consciência crítica dos estudantes. A experiência também estimulou o protagonismo juvenil na defesa dos direitos humanos e na promoção da cultura da paz, reforçando o papel da educação na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. 


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