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A linguagem tem uma pele: elementos filosóficos para uma leitura austiniana de Espinosa

    1. [1] Universidade Federal Fluminense

      Universidade Federal Fluminense

      Brasil

  • Localización: ESPecialist, ISSN 0102-7077, Vol. 46, Nº. 1, 2025, págs. 412-433
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Language has a skin: philosophical elements for an Austinian reading of Spinoza
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Neste artigo são descritos gestos de leitura teórico-filosóficos que propõem aproximar afeto, como entendido por Espinosa na Ética (2009[1677]), da Teoria dos Atos de Fala de Austin (1990[1975]) para a composição de perspectivas teórico-metodológicas que privilegiam corpo e afeto na investigação em Linguística Aplicada. São apresentadas duas correntes de pensamento sobre afeto na contemporaneidade, tensionando um ponto de disputa: o discurso. Em seguida a teoria de afetividade de Espinosa é apresentada para propor que afeto seja um efeito de sentido corporificado inerente ao existir na/pela linguagem. Emparelha-se então Austin e Espinosa para projetar a dimensão perlocucionária do ato da fala como a dimensão afetiva da linguagem e assim sugerir que a incorporação do conceito de afeto à pragmática do perlocucionário pode fornecer um corpo filosófico sólido para edificação de percursos analíticos interessados pelas disposições afetivas do discurso e de semioses em geral. A leitura austiniana de Espinosa informou teoricamente a tese de que a linguagem tem uma pele e que o interesse pelo corpo une a vulnerabilidade afetiva de Espinosa à vulnerabilidade linguística de Austin.

    • português

      This article describes theoretical-philosophical reading gestures that propose bringing affect, as understood by Spinoza in Ethics (2009[1677]), closer to Austin's Theory of Speech Acts (1990[1975]) for the composition of a theoretical-methodological perspective that privilege the body and affect in Applied Linguistics research. Two currents of thought on affect in contemporary times are presented, tensioning a point of contention: discourse. Next, Spinoza's theory of affectivity is presented to propose that affect is an effect of embodied meaning inherent to existence, which is discursive. Austin and Spinoza are then paired to project the perlocutionary dimension of the speech act as the affective dimension of language and thus suggest that incorporating the concept of affect into the pragmatics ofthe perlocutionary can provide a solid philosophical body for 412uildinganalytical paths interested in the affective dispositions of discourse and semiosis in general. Austin's reading of Spinoza theoretically informed the thesis that language has a skin and that the interest in the body unites Spinoza's affective vulnerability with Austin's linguistic vulnerability.


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