Argentina
Este texto se compone de exploraciones escriturales con una investigación filosófico-educativa latiendo de fondo. Por un lado, ensayos arborescentes que nuclean reflexiones hiladas, con base en discusiones de retóricas pedagógicas caracterizadas por exhibir componentes tecnicistas desdoblados en la aceptación acrítica de la tecnología considerada “educativa” y en lo naturalizado por los requerimientos del paradigma que se dice soberano de la complejidad. A su vez, la pregunta por la liberación del deseo en el educar conlleva la actitud crítica en el zigzagueo, el vagabundeo y el aireo necesario del pensamiento pedagógico. Por otro lado, cavilaciones diseminadas como fragmentos mínimos que párrafo a párrafo tensan, condensan y descomprimen experiencias formativas entreveradas con literaturas de base y filosofías afines. En el paisaje entramado, emergen pedagogías de la insumisión allí donde las hojas insinúan un abordaje troncal y los picos pegan en el punto de cada cavilar. Lo oscuro puede ser pretexto a desentramar en intersticios que hacen florecer abordajes de sentidos plurales en traducción, escritura en juego, transposición de memorias colectivas, enseñanzas de transgresión, pistas de lo perdido en el transcurso del enigma.
This text is made up of scriptural explorations with a philosophical-educational investigation beating in the background. On the one hand, arborescent essays that bring together threaded reflections, based on discussions of pedagogical rhetoric characterized by exhibiting technical components unfolded in the uncritical acceptance of technology considered “educational” and in what is naturalized by the requirements of the paradigm that is said to be sovereign of complexity. In turn, the question about the liberation of desire in educating entails the critical attitude in the zigzagging, wandering and necessary airing of pedagogical thought. On the other hand, musings disseminated as minimal fragments that paragraph by paragraph tense, condense and decompress formative experiences intertwined with literatures from the base and related philosophies. In the interwoven landscape, pedagogies of insubordination emerge where the leaves hint at a trunk approach and the beaks hit the point of each reflect. The dark can be a pretext to unravel in the interstices that make approaches of plural meanings flourish in translation, writing in play, transposition of collective memories, teachings of transgression, clues from the lost in the course of the enigma.
Este texto é composto por explorações escritas pulsando de fundo uma investigação filosófico-educativa. Por um lado, ensaios arborescentes que reúnem reflexões costuradas, baseadas em discussões de retóricas pedagógicas caracterizadas por exibir componentes tecnicistas desdobrados na aceitação acrítica da tecnologia considerada “educativa” e naquilo que é naturalizado pelas exigências do paradigma que se diz ser soberano da complexidade. Por sua vez, a questão da libertação do desejo em educar implica a atitude crítica no ziguezaguear, no errante e no necessário arejamento do pensamento pedagógico. Por outro lado, elucubrações disseminadas como fragmentos mínimos que, parágrafo por parágrafo, tensionam, condensam e descomprimem experiências formativas entrelaçadas com literaturas de base e filosofias afins. Na paisagem entrelaçada emergem pedagogias da insubmissão onde as folhas insinuam uma abordagem troncal e os picaretas atingem o ponto de cada lucubrar. O escuro pode ser pretexto para se desvendar em interstícios que fazem florescer aproximações de sentidos plurais na tradução, escrita em jogo, transposição de memórias coletivas, ensinamentos da transgressão, pistas do perdido no transcurso do enigma.
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